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	<title>Arquivos Conectividade - Agência Plus Comunicações</title>
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	<description>Levando informações precisas para o crescimento da sua empresa.</description>
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	<title>Arquivos Conectividade - Agência Plus Comunicações</title>
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		<title>ASSESSORIA 4.0: A REVOLUÇÃO DO JORNALISMO EMPRESARIAL</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2020 20:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos anos 90, assessores de imprensa dependiam de telefones e dos correios para fazer chegar as notícias de seus clientes aos jornalistas, e era muito comum datilografar o press release, fazer cópias e entregar pessoalmente o texto nas redações. Com o surgimento da internet e todo esse trâmite passa a acontecer por e-mail, por volta [&#8230;]</p>
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<p>Nos anos 90, assessores de imprensa dependiam de telefones e dos correios para fazer chegar as notícias de seus clientes aos jornalistas, e era muito comum datilografar o press release, fazer cópias e entregar pessoalmente o texto nas redações. Com o surgimento da internet e todo esse trâmite passa a acontecer por e-mail, por volta dos anos 2000.</p>



<p>Hoje, 20 anos depois, com um simples celular, de qualquer lugar do mundo, o assessor de imprensa distribui releases por e-mail, os publica no site do cliente compartilhando o link nas mais diversas redes sociais, bem como acessa seus contatos através de aplicativos como o WhatsApp.</p>



<p>Se, há alguns anos, o papel do assessor de imprensa já era questionado para se tornar mais estratégico, em uma sociedade hiperconectada como a de hoje essa necessidade é ainda maior. Na segunda década desse milênio esse diferencial “estratégico” do papel da assessoria passou a ser uma questão de sobrevivência.</p>



<p>Com o aumento da demanda dos canais de comunicação, é possível notar uma forte tendência de crescimento, por parte de algumas empresas, na profissionalização da Comunicação Empresarial. É fundamental ter um profissional habilitado na função para executar esse trabalho. O cliente não tem tempo para fazer e, muitas vezes, sem experiência no assunto, ao tentar operacionalizar as ações de comunicação, acaba comprometendo e colocando em risco a imagem e reputação da empresa ou marca.</p>



<p>Hoje, a atividade vai muito além da produção e disseminação de textos jornalísticos para imprimir a credibilidade necessária. As agências precisaram ampliar os serviços, com um olhar 360º, sem deixar de monitorar tudo que é mencionado da marca pelo público externo e interno.<br>O assessor de imprensa 4.0 deve ser capaz de assimilar todas essas mudanças e, ao mesmo tempo, agir rapidamente, com precisão e transparência, diante dos diferentes tipos de comunicação– mídia impressa, online e mídia social.</p>



<p>Em resumo, as agências de comunicação precisam, mais do que nunca, ter olhos de águia para administrar todas as mudanças e, além disso, entregar ao cliente sempre o melhor, com credibilidade. A jornalista Beatriz Destefani, jornalista da Digital Trix, enumerou alguns desafios que devem ser considerados por quem está entrando nesse mercado 4.0 da comunicação:</p>



<p>1. Fique de olho nas novas tendências: Nos dias atuais, é muito comum encontrarmos notícias e textos relacionados ao “boom” da Indústria 4.0. Um profissional de relações públicas precisa ficar sempre atento às novidades que o setor traz. Para isso, é importante que siga os principais portais ou blogs da área industrial e tecnológica para dominar o assunto e, futuramente, usar como sugestão de pauta para o cliente.</p>



<p>2. Conteúdo relevante: Muitas vezes um conteúdo factual pode se tornar algo relevante para um determinado veículo de comunicação. Um bom profissional de Relações Públicas tem que adaptar a matéria de maneira que consiga alcançar uma boa exposição em mídias importantes do setor, sem cair na mesmice. Dessa forma, como já citado acima, vale ao RP se atualizar sempre, através de leituras relacionadas ao setor, e levar em consideração que, mesmo com a nova transição do jornalismo, o meio impresso ainda é uma oportunidade que não pode ser esquecida.</p>



<p>3. Multiplataformas da comunicação: Nada melhor do que ler um texto claro e que não nos deixe com dúvidas. Press release, artigo opinativo, sugestão de pauta, sugestão de fonte e pautas de dicas são algumas ferramentas que facilitam a divulgação por um profissional de RP e, quando escritos de maneira correta e atrativa ao leitor, conseguem um retorno satisfatório. Um mesmo tema pode ser aproveitado de diversas maneiras atingindo resultados diferentes. Por exemplo: um assunto trabalhado em forma de press release conseguiu a exposição em uma TV e, quando trabalhado em forma de pauta de dicas, foi publicado em diferentes portais.</p>



<p>4. Saiba contar as histórias: Para que a história do cliente se torne atrativa, a primeira coisa a ser feita é descobrir que público ele atinge (ou “qual é o seu público alvo.”). Geralmente, clientes ligados à área de indústria e tecnologia preferem sair em portais mais técnicos, TVs ou grandes jornais, dependendo do assunto. Por isso, conte a história da empresa ou do cliente de uma forma criativa e que atraia o jornalista. Caso for algo muito técnico ou específico, torne a leitura leve e descontraída para quem está lendo, mesmo que seja uma pessoa leiga no assunto.</p>



<p>5. Venda seu cliente como sugestão de fonte: Como já citado acima, é sempre importante que o profissional de relações públicas fique atento às novidades que o mercado traz, além de saber quais as pautas a mídia estão trabalhando naquele momento. Assim, quando os principais veículos de comunicação abordarem um determinado assunto, o profissional de relações públicas pode montar uma sugestão de pauta, colocando o especialista (no caso o cliente) para comentar e dar sua opinião técnica e especializada sobre o tema.</p>



<p>Fonte: PreloComunicação</p>



<p>Precisando de uma assessoria de imprensa para Jornalismo empresarial? Chame a Plus!</p>
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		<title>Jornalismo e marketing se completam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 17:05:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As escolas de jornalismo ensinam com ênfase aos universitários de que os assuntos de marketing e publicidade não devem pautar a produção noticiosa, sob pena de prejudicar a qualidade da informação. O predicado maior do jornalismo é a credibilidade. Eis que este é aspecto central que torna a geração de conteúdos um recurso de marketing, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As escolas de jornalismo ensinam com ênfase aos universitários de que os assuntos de marketing e publicidade não devem pautar a produção noticiosa, sob pena de prejudicar a qualidade da informação. O predicado maior do jornalismo é a credibilidade. Eis que este é aspecto central que torna a geração de conteúdos um recurso de marketing, desde que empregado com planejamento e estratégia apropriados.</p>
<p>Enquanto a publicidade estimula a venda e a fixação de marca, o jornalismo produz informações que contribuem para que as pessoas se posicionem quanto ao consumo de um produto ou marca. Este é o jornalismo institucional ou empresarial, importante instrumento de apoio ao plano de marketing. Ele, a exemplo do jornalismo da grande imprensa, pauta pela verdade e sobriedade, afastando-se dos adjetivos e qualificativos tendenciosos. Seu estilo sóbrio fundamenta sua credibilidade.</p>
<h4>Inclusão do jornalismo nos projetos de marketing</h4>
<p>O desafio de conquistar consumidores está cada vez maior. O mercado é composto por pessoas com muitas informações disponíveis, o que as em tornado mais exigentes. É neste contexto que se insere o jornalismo empresarial como uma ferramenta de marketing, inclusive nas plataformas digitais. Um consumidor informado decide com mais convicção, e tende à fidelização, se aquilo que ele conhece sobre uma marca ou produto corresponde à verdade.</p>
<p>Porém é muito importante considerar que a persuasão da informação deve ser construída com fatos e leveza. A notícia deve ser verdadeira. Adicionalmente deve ser ressaltado que o desenvolvimento de conteúdos jornalísticos com finalidade mercadológica deve observar um criterioso roteiro de valores e interesses do público-alvo, a fim de atrair a atenção dos leitores.</p>
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		<title>Plus Comunicações palestra no Setcergs Debates sobre marketing digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2018 17:56:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Marketing Digital não se restringe à mera presença online por meio de site e redes sociais. As empresas precisam saber como trabalhar com essas ferramentas. A presença digital é fundamental para se tornar conhecido do público que faz buscas pela internet, assim como para estabelecer vínculos mais próximos com os clientes que já compraram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="x_MsoNormal">O Marketing Digital não se restringe à mera presença online por meio de site e redes sociais.</p>
<p class="x_MsoNormal">As empresas precisam saber como trabalhar com essas ferramentas.</p>
<p class="x_MsoNormal">A presença digital é fundamental para se tornar conhecido do público que faz buscas pela internet, assim como para estabelecer vínculos mais próximos com os clientes que já compraram na sua empresa física. O consumidor precisa ser lembrado a respeito do seu produto ou serviço para que no momento em que precisar dele novamente pense na sua marca. Quem não está no Google ou nas redes sociais não é lembrado!</p>
<p class="x_MsoNormal">Se você busca construir uma audiência qualificada e crescer em participação no mercado venha assistir ao SETCERGS Debates do dia 27/09.</p>
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		<title>A digitalização do varejo é o futuro do trade marketing</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2018 13:44:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indústria e varejo investem bilhões por ano em visibilidade no PDV, mas, em um mundo omnichannel, é preciso oferecer ao cliente uma experiência digital. A comunicação no varejo tem hoje um imenso problema. O excesso de informações cria muito ruído e, no meio de todo esse barulho, poucas marcas conseguem realmente se destacar. A tradicional receita da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Indústria e varejo investem bilhões por ano em visibilidade no PDV, mas, em um mundo omnichannel, é preciso oferecer ao cliente uma experiência digital.</h3>
<p>A comunicação no varejo tem hoje um imenso problema. O excesso de informações cria muito ruído e, no meio de todo esse barulho, poucas marcas conseguem realmente se destacar. A tradicional receita da indústria e do varejo é investir em promoções e comunicá-las no PDV, mas isso não parece trazer mais resultados: um estudo da Nielsen mostra que, em 2017, R$ 11 bilhões foram investidos <strong>na promoção de produtos que o cliente compraria a preço cheio</strong>. Mais grave ainda: 68% dos clientes que compraram itens em promoção não sabiam que aqueles produtos estavam em oferta.</p>
<h4>Isso mostra que o trade marketing precisa se reinventar. E essa reinvenção passa pela digitalização do varejo.</h4>
<p>Os investimentos que indústria e varejo fazem em visibilidade no PDV somam bilhões de reais por ano, mas os processos analógicos tornam muito complexo gerenciar campanhas e rentabilizar cada loja de acordo com as características dos consumidores. O resultado se vê em ações genéricas, apresentadas aos clientes em cartazes pendurados nas lojas. O mundo mudou nos últimos 10 anos, mas a forma de anunciar promoções é a mesma de 50 anos atrás.</p>
<p>A forma analógica de apresentação das promoções está cada vez mais distante dos consumidores. O cliente entra na loja com seu smartphone e seus hábitos de pesquisa e consumo já digitais, mas se depara com um ponto de venda que mudou pouco nas últimas décadas. Infelizmente, essa é a realidade da maioria das lojas brasileiras. <strong>Já passou da hora de investir na digitalização do varejo</strong>.</p>
<h5><strong><em>O uso de tecnologia pode aumentar muito a visibilidade das marcas da indústria no varejo, transforma a experiência que os consumidores têm no PDV e reforça a importância estratégica da loja em um mundo<a href="https://endeavor.org.br/marketing/vendas-diretas-omnichannel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> omnichannel</a>.</em></strong></h5>
<p><strong>Entregue a mensagem correta no momento adequado:</strong> inúmeros estudos mostram que o cliente decide uma parte importante das compras no próprio PDV. O que pouco se fala é que o perfil dos clientes em uma mesma loja muda de acordo com o horário e o dia da semana. Além disso, em uma rede varejista cada loja é única. Somente a digitalização do varejo permite entregar mensagens diferentes em cada loja, de acordo com o horário, o dia da semana e até mesmo a temperatura;</p>
<p><strong>Melhore a experiência do cliente:</strong> os processos de trade, tradicionalmente, são analógicos. O problema é que, em um mundo omnichannel, <strong>o cliente espera que as marcas entreguem uma experiência com qualidade e agilidade online, mesmo que em um ponto de venda físico</strong>. A digitalização do varejo físico permite que as empresas sejam mais consistentes na comunicação com os consumidores;</p>
<p><strong>Aumente a rentabilidade do PDV:</strong> o aumento da competitividade faz com que as margens do varejo sejam pressionadas. Para aumentar a rentabilidade das lojas, é preciso buscar novas fontes de receita. A digitalização do varejo físico faz com que as lojas aumentem sua importância como ponto de comunicação;</p>
<p><strong>Tenha um relacionamento melhor com a indústria:</strong> o espaço nas lojas é limitado e isso faz com que poucas marcas tenham oportunidade de falar com o cliente no PDV. A digitalização do varejo abre novas oportunidades para que a indústria alcance os clientes. Como consequência, melhora o relacionamento da indústria com o varejo e aumenta a importância estratégica do PDV como canal de contato com o público.</p>
<p>Soluções de visibilidade que permitem a digitalização do varejo físico criam uma nova fonte de receitas para as lojas e abrem novas oportunidades de relacionamento das marcas com o público. Para o varejo que quer se comunicar de forma relevante com seus clientes, esse é o caminho.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Endeavor Brasil</p>
<p><div style="width: 640px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-8417-1" width="640" height="360" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://plusagencia.com.br/wp-content/uploads/2018/09/file.mp4?_=1" /><a href="https://plusagencia.com.br/wp-content/uploads/2018/09/file.mp4">https://plusagencia.com.br/wp-content/uploads/2018/09/file.mp4</a></video></div></p>
<p>[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]</p>
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		<title>Potencializando seus negócios com o WhatsApp Business</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2018 13:19:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[marketing pelo whatsapp]]></category>
		<category><![CDATA[Whatsapp Business]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apresentamos o WhatsApp Business, que possui diferenças em relação ao aplicativo normal e com  novidades que podem ajudar nos negócios digitais. Nesta matéria, aprofundaremos a ferramenta, e mostraremos o quanto o popular aplicativo de mensagens pode ser útil para negócios, indicando uma área específica só para ele. Lembrando que por enquanto o WhatsApp Business está [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apresentamos o WhatsApp Business, que possui diferenças em relação ao aplicativo normal e com  novidades que podem ajudar nos negócios digitais. Nesta matéria, aprofundaremos a ferramenta, e mostraremos o quanto o popular aplicativo de mensagens pode ser útil para negócios, indicando uma área específica só para ele.</p>
<p>Lembrando que por enquanto o WhatsApp Business está disponível apenas para android, pequenas e médias empresas e com algumas limitações, como as métricas e o número máximo para adicionar pessoas nos grupos.</p>
<p>Para empresas gigantes, já está sendo testada uma ferramenta, por enquanto chamada de WhatsApp Enterprise, ainda sem data estipulada de lançamento.</p>
<h3><strong>Dedicação</strong></h3>
<p>Nos primeiros momentos, a utilização do WhatsApp Business poderá ser deslocada para a área de SAC ou Redes Sociais, mas essa prática não é recomendada, mas sim desenvolver ou deslocar uma pessoa dedicada só para isso. Se não há recursos disponíveis, deve ser feito o planejamento separado, sem misturar com as outras áreas, pois vai ser de extrema importância dedicar atenção especial ao aplicativo. Vale salientar: tudo será feito em tempo real.</p>
<p>O responsável pelo WhatsApp Business será um novo tipo de profissional, um híbrido que se movimente entre as áreas de marketing digital, social media, e-mail marketing, SAC, e-commerce e que seja muito dinâmico. Num primeiro momento, parece um “Super-Homem” da área de e-commerce — e que custaria muito caro — mas não necessita ser um especialista em todas essas áreas, apenas que flutue bem entre elas sendo o dinamismo o diferencial.</p>
<p>Lembrando novamente que é possível utilizar a função web do WhatsApp (no desktop ou notebook), permitindo, teoricamente, maior controle no atendimento a todos e desenvolvimento de ações.</p>
<h3><strong>Autorização</strong></h3>
<p>Agora que tem alguém, ou um planejamento, dedicado à essa evolução do aplicativo de mensagens, é hora de adaptar seu negócio a ele. Como? Basicamente repetindo as mesmas ações de solicitação de autorização promovidas com o e-mail. Não estamos decretando o fim do e-mail marketing, mas de uma evolução que se não é mais importante no momento, será num futuro próximo.</p>
<p>E aqui não tem erro, é colocar os boxes de “Autorizo receber informações, notícias e promoções em meu celular / aplicativo de mensagens”. Disponibilizar um campo de preenchimento de celular com o mesmo objetivo na home do site, talvez oferecendo um desconto ou alguma vantagem, utilizar o e-mail de cadastro (contraditório, mas funciona) para enviar o pedido de inclusão do celular no banco de dados.</p>
<p>Enfim, conquistar esse dado, que talvez até já tenha do consumidor/cliente, mas com a autorização para enviar as mensagens para ele utilizando esse novo canal. Basicamente, os mesmos cuidados feitos com a captação dos e-mails. Fazer campanhas é legal demais, mas sempre faça com a autorização, transparência e responsabilidade jurídica, para não transformar tudo numa dor de cabeça futura depois.</p>
<h3><strong>Ação</strong></h3>
<p>Tudo feito, agora é colocar a mão na massa! Recapitulando o que o WhatsApp Business oferece, já com as funções do aplicativo em geral:</p>
<ul>
<li>Perfil comercial;</li>
<li>Mensagens rápidas e automáticas;</li>
<li>Métricas;</li>
<li>Etiquetas;</li>
<li>Criação e administração de grupos;</li>
<li>Atualização de Status (o Stories dele);</li>
<li>Marcação de mensagens;</li>
<li>Envio de arquivos.</li>
</ul>
<p>Já destrinchamos as funções exclusivas, mas como utilizar as existentes?</p>
<p>Para quem já é familiarizado com a ferramenta, não é nada complexo, mas é importante ter muito cuidado, pois do mesmo jeito que pode ser utilizada a seu favor, pode virar um grande problema, principalmente na questão dos grupos. Para perder o controle administrando um local cheio de pessoas com opiniões e humores diferentes é um pulo. Principalmente se tiver alguém insatisfeito com a loja, seja lá por qual motivo for.</p>
<p>Por isso, cuidado com uma função bem interessante dos grupos, que é o link para acesso a eles. A criação desse link pode ser uma grande vantagem, seja criando uma espécie de clube de compras, testes, pré-vendas, etc. Aliás, pode ser utilizado até no momento que for autorizado o contato com os clientes, enviando o convite logo em seguida. Mas se alguém insatisfeito entrar nesse link, o estrago poderá ser irreversível naquele momento.</p>
<p>Agora, imagine as vantagens e interações com um grupo de Blackfriday, podendo desenvolver uma campanha exclusiva, liberando ofertas antecipadas ou apenas para esse grupo? Ou algo que premie os clientes mais ativos e ajude no desenvolvimento da loja? O WhatsApp só autoriza a inclusão de até 256 membros por grupo. Creio que, no futuro, o aumento de participantes seja outra função (provavelmente paga). Mas, para pequenos e médios negócios, 256 pessoas por grupo seja suficiente de início. Ainda mais por ser um número por grupo, e não por conta.</p>
<p>Também está disponível a possibilidade de envio de arquivos, logo, será possível enviar teasers de campanha direto para os clientes ou grupos, arquivos de manual de instruções que algum cliente tenha perdido, imagens de promoções relâmpago… Enfim, algumas campanhas que se assemelham ao que é feito no e-mail marketing, por exemplo, mas direto para o cliente e com a (quase) certeza de que ele verá em tempo real.</p>
<h3><strong>Atualização de Status</strong></h3>
<p>Aqui, há uma semelhança com as redes sociais, mas já sabendo o público atingido, com a possibilidade de enviar mensagens simpáticas a quem tiver seus contatos salvos na ferramenta. Trabalhar algo parecido com o envio de arquivos, mas sabendo que em 24 horas sairá do ar, preparar surpresas para os clientes, enfim, fazer comunicações e campanhas pontuais. Ou seja, há a vantagem de saber quem visualizou as mensagens e até de os clientes responderem em cima da atualização. A única desvantagem — e, de novo, creio que será disponibilizado em breve, mas tarifado — é o fato de não poder fazer transmissões ao vivo. Isso traria mais um universo de possibilidades, como um live de lançamentos ou acompanhamento cotidiano do negócio.</p>
<p>Com a criatividade dos profissionais do nosso mercado, acredito que o WhatsApp Business trará uma vasta gama de possibilidades e negócios. Não creio que ele “matará” o e-mail marketing, por exemplo. Mas muitos negócios migrarão de lá.</p>
<p>Enfim, <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.WhatsApp.w4b&amp;hl=pt">baixe o aplicativo</a>, instale e utilize para valer, tomando os cuidados de praxe para ampliar e otimizar seus negócios.</p>
<p>Sucesso!</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/potencializando-negocios-whatsapp-business/">E-commerce Brazil</a></p>
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		<title>7 tendências do marketing online que vão dominar 2020</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2018 17:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que os seus clientes querem, como eles pensam e como interagem uns com os outros, tudo isso está em constante mudança. Em cada ano da era digital, nós vemos a ascensão e a queda de plataformas de mídias sociais, revelando tendências, memes e mudanças abrangentes nas preferências dos clientes que forçam o mundo do marketing [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O que os seus clientes querem, como eles pensam e como interagem uns com os outros, tudo isso está em constante mudança. Em cada ano da era digital, nós vemos a ascensão e a queda de plataformas de mídias sociais, revelando tendências, memes e mudanças abrangentes nas preferências dos clientes que forçam o mundo do <strong>marketing online</strong> a evoluir.</p>
<h3>1 – Big, big data</h3>
<p>O big data tem sido uma tendência por muitos anos, mas tem sido principalmente utilizado por grandes empresas e principais players. Com a prevalência do big data agora – afinal, há mais de 6 milhões de desenvolvedores trabalhando em grandes projetos de dados – e com o crescimento da acessibilidade graças ao <a href="https://digitalks.com.br/noticias/inteligencia-artificial-no-marketing-digital-chatbots-e-machine-learning/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>machine learning</em></a> e a AI, o big data se tornará mais viável também para os donos dos pequenos e médios negócios. Com mais plataformas de publicidade e métodos de divulgação de marketing incorporando dados importantes em sua infraestrutura usual,  vai ser difícil se manter competitivo se você não estiver tocando nos milhares de pontos de dados do cliente que agora estarão disponíveis.</p>
<h3>2 – Experiências não-visuais</h3>
<p>Ninguém esperava que a indústria dos assistentes virtuais inteligentes<em> </em>explodisse do jeito que aconteceu em 2017. Até 2022, espera-se que os assistentes virtuais inteligentes sejam uma parte básica de mais de 55% das famílias americanas. Já foram vendidos mais de 20 milhões de unidades em 2017. As pessoas estão começando a interagir com esses dispositivos como se eles já fizessem parte da rotina, da vida diária, usando comandos de voz e ouvindo os resultados. Os consumidores estão ficando acostumados a interfaces que não necessitam de uma superfície visual ou contado físico, e isso terá um enorme <strong>impacto na maneira como os marqueteiros vão se comunicar com esses clientes</strong>.</p>
<h3>3 – Capitalização dos aplicativos</h3>
<p>Existe um aplicativo para tudo agora. E sim, há uma diversidade de aplicativos que ficaram disponíveis na última década, mas, atualmente, os consumidores dependem de determinados apps – como mapas, transporte, e aplicativos de análise – como parte da sua vida diária.  Esses apps se tornaram tão enraizados quanto o Google como o motor de busca primário e, portanto, representam bases sólidas nas quais uma marca pode crescer. Eu acho que em 2018, nós vamos ver mais capitalização de aplicativos – mais <strong>marcas comprando anúncios</strong> e fazendo negócios para<strong> ganhar exposição em outros aplicativos altamente populares</strong>.</p>
<h3>4 – Anúncios nativos e conteúdo inteligente</h3>
<p>Espera-se que a publicidade nativa conduza mais de 74% de toda a receita de anúncios até 2021. Com um formato mais natural, os anúncios nativos tendem a ganhar mais exposição e mais engajamento que os tradicionais banners – e são menos irritantes para os consumidores. O único problema é que a publicidade nativa exige um método fundamentalmente diferente para ser reproduzida – um que pode capitalizar as<strong> preferências únicas das pessoas</strong> que veem os anúncios. Em 2018, nós vamos ver definitivamente <strong>aumento de gastos com os anúncios nativos</strong>, e nós também veremos o crescimento do “<strong>conteúdo inteligente</strong>” para esses anúncios, capazes de se adaptar às audiências usando cookies e uma compreensão aprofundada do público-alvo.</p>
<h3>5 – Micro momentos</h3>
<p>O Google define micro momentos como qualquer momento que leva o consumidor a usar o seu dispositivo móvel, seja para aprender alguma coisa, ir para algum lugar, fazer ou comprar algo. Em 2018, as marcas que passarem a maior parte do tempo tentando aprender, entender e capitalizar esses micro momentos vão ter mais altas possibilidades de sucesso. Isso reque um profundo estudo demográfico e uma intensa <strong>estratégia mobile</strong>, mas com as novas ferramentas, eu acredito que veremos desenvolvimento nesse ponto e será mais fácil para se aproximar das marcas modernas.</p>
<h3>6 – Conteúdo e redes de influenciadores</h3>
<p>O Marketing de Conteúdo tem sido uma excelente estratégia por um longo tempo, mas nós estamos indo de encontro a um problema: a supersaturação. Toda marca com um website tem algum tipo de estratégia de conteúdo e as redes sociais estão cheias de “incêndios” com os produtores de conteúdo lutando por visibilidade. Esse é o motivo pelo qual em 2018, eu acredito que vamos ver uma mudança importante nos investimentos; ao invés de tentar continuar lutando por um novo espaço, os marqueteiros aproveitarão o espaço que já está sendo utilizado. Em outras palavras, eu acredito que vamos ver mais marcas que tentarão aumentar sua visibilidade e influência recorrendo aos influenciadores que já construíram uma audiência e uma reputação. Essas redes de influenciadores serão menos caras de gerenciar, podem reduzir o grande volume de conteúdo que está sendo produzido e oferecer às marcas uma vantagem na <strong>visibilidade online</strong>.</p>
<h3>7 – Comunicação individual</h3>
<p>A internet é um lugar ocupado, então é fácil ficar perdido nela. É por isso que mais consumidores estão preferindo <strong>experiências individuais e personalizadas</strong>, incluindo comunicações individuais com marcas. Obviamente, uma abordagem puramente pessoa por pessoa não é sustentável, mas é por isso que mais marcas estão se voltando para chatbots como uma alternativa econômica. Os chatbots começaram a crescer mais inteligentes e mais customizados, e estão ficando mais populares entre as marcas e consumidores. Até o final de 2018,  os chatbots se tornarão uma norma – e uma necessidade prática se você quiser dar a seus clientes uma experiência personalizada em larga escala.</p>
<p>Estas não são as únicas tendências que veremos em 2018, mas são algumas das maiores e mais estabelecidas atualmente. Este é o momento perfeito para auditar suas estratégias de 2017 e começar a preparar um orçamento para 2018 – com todas as novas voltas e reviravoltas que o ano terá para oferecer.</p>
<p><strong><em>*Artigo escrito originalmente em inglês por Jayson DeMers, Fundador e CEO da AudienceBloom para a <a href="https://www.forbes.com/sites/jaysondemers/2017/12/28/7-online-marketing-trends-that-will-dominate-2018/2/#3eec2ce82430" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Forbes</a>. </em></strong></p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://digitalks.com.br/noticias/7-tendencias-do-marketing-online-que-vao-dominar-2018/">Digitalks</a></strong></p>
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		<title>Receita das vendas pela internet cresceu 290,4% desde 2007</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2018 16:29:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre 2007 e 2014, a receita bruta das vendas via internet praticadas pelas empresas comerciais do país saltou de R$ 7,7 bilhões para R$ 30,2 bilhões, já descontados os efeitos da inflação. Isso representa um crescimento real de 290,4%. No mesmo período, a receita bruta do comércio com as televendas cresceu 236,3% e a receita [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><em>Entre 2007 e 2014, a receita bruta das vendas via internet praticadas pelas empresas comerciais do país saltou de R$ 7,7 bilhões para R$ 30,2 bilhões, já descontados os efeitos da inflação. Isso representa um crescimento real de 290,4%.</em></p>
<p align="justify">No mesmo período, a receita bruta do comércio com as televendas cresceu 236,3% e a receita bruta do comércio varejista como um todo aumentou 86,5%.</p>
<p align="justify"><em>Essas são algumas das informações da Pesquisa Anual de Comércio (PAC) do IBGE, que investiga a estrutura produtiva das empresas comerciais do país, aferindo produtividade, margem comercial, salários e pessoal ocupado, entre outras variáveis. A publicação completa da PAC 2014 está disponível <a href="https://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/comercioeservico/pac/2014/default.shtm">aqui</a>.</em></p>
<p align="justify">A venda em lojas, postos de combustíveis, boxes em mercado, depósitos, galpões, armazéns e salas predomina largamente no comércio varejista, mas perdeu participação na receita bruta desse setor, entre 2007 (96,9%) e 2014 (95,9%). Já as vendas pela internet duplicaram sua participação (de 1,0% para 2,2%, no período), enquanto as televendas cresceram quase na mesma intensidade (de 0,5% para 0,9%).</p>
<p align="justify">Por outro lado, as outras formas de comercialização (quiosques e traillers, correio, porta a porta, postos móveis, ambulantes etc.) perderam participação no período (de 1,6% para 1,0%).</p>
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