Entre 2007 e 2014, a receita bruta das vendas via internet praticadas pelas empresas comerciais do país saltou de R$ 7,7 bilhões para R$ 30,2 bilhões, já descontados os efeitos da inflação. Isso representa um crescimento real de 290,4%.

No mesmo período, a receita bruta do comércio com as televendas cresceu 236,3% e a receita bruta do comércio varejista como um todo aumentou 86,5%.

Essas são algumas das informações da Pesquisa Anual de Comércio (PAC) do IBGE, que investiga a estrutura produtiva das empresas comerciais do país, aferindo produtividade, margem comercial, salários e pessoal ocupado, entre outras variáveis. A publicação completa da PAC 2014 está disponível aqui.

A venda em lojas, postos de combustíveis, boxes em mercado, depósitos, galpões, armazéns e salas predomina largamente no comércio varejista, mas perdeu participação na receita bruta desse setor, entre 2007 (96,9%) e 2014 (95,9%). Já as vendas pela internet duplicaram sua participação (de 1,0% para 2,2%, no período), enquanto as televendas cresceram quase na mesma intensidade (de 0,5% para 0,9%).

Por outro lado, as outras formas de comercialização (quiosques e traillers, correio, porta a porta, postos móveis, ambulantes etc.) perderam participação no período (de 1,6% para 1,0%).

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