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	<title>Arquivos E-commerce - Agência Plus Comunicações</title>
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	<description>Levando informações precisas para o crescimento da sua empresa.</description>
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	<title>Arquivos E-commerce - Agência Plus Comunicações</title>
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		<title>TikTok busca equilibrar concorrência com Amazon e Shein no e-commerce</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jun 2023 17:30:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gigante no mundo do conteúdo digital e das danças de 30 segundos, o TikTok apresenta, gradativamente, planos para entrar de vez no e-commerce global. Dessa vez, após anunciar investimento significativo no Sudeste Asiático, a empresa lança uma ferramenta voltada à compra dentro do seu ambiente tecnológico. A novidade ganhou o nome de “Trendy Beat”. Segundo informações do [&#8230;]</p>
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<p>Gigante no mundo do conteúdo digital e das danças de 30 segundos, o TikTok apresenta, gradativamente, planos para entrar de vez no e-commerce global. Dessa vez, após anunciar <a href="https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/tiktok-investira-bilhoes-de-dolares-no-sudeste-asiatico-para-impulsionar-e-commerce" target="_blank" rel="noreferrer noopener">investimento significativo</a> no Sudeste Asiático, a empresa lança uma ferramenta voltada à compra dentro do seu ambiente tecnológico. A novidade ganhou o nome de “Trendy Beat”.</p>



<p>Segundo informações do Financial Times, usuários do TikTok no Reino Unido foram os primeiros a se depararem com o novo recurso. Ele mostra produtos populares por meio de vídeos no estilo já conhecido da plataforma e indica como comprá-lo ali mesmo, sem sair do app.</p>



<p>A nova empreitada se relaciona com o aporte bilionário na Ásia,&nbsp;<strong>mas vai além</strong>. Ainda em busca de&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://ecommercebrasil.com.br/noticias/tiktok-e-tendencia-para-vendas-mas-usuarios-ainda-desconfiam-na-hora-de-comprar" target="_blank">tração no e-commerce</a>&nbsp;fora da região, a companhia visa a conquista do público britânico e, no futuro, expandir para mais locais. Vale lembrar que Brasil e EUA são dois dos principais países quando o assunto é o uso do aplicativo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mais detalhes da operação</h2>



<p>A estratégia arrojada do TikTok no e-commerce é chamada de “Projeto S” internamente e mira uma competição com Shein, Amazon e até a Temu, aplicativo associado à Pinduoduo.</p>



<p>Na liderança de Bob Kang, diretor de e-commerce da ByteDance, o Tiktok se utilizará, principalmente, do alcance com o público para vender. Com visualizações em escalada, os produtos serão promovidos no Trendy Beat, gozando também de tratamento preferencial frente outros vendedores que atuam na plataforma.</p>



<p>Em 2022,&nbsp;<strong>a ByteDance obteve US$ 85 bilhões em&nbsp;<a href="https://ecommercebrasil.com.br/noticias/estudo-tiktok-insights-para-utilizar-o-app-a-favor-dos-negocios">vendas globais</a></strong>, sendo a maior parcela dessa receita de operações comerciais na China.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diferenças do TikTok Shop</h2>



<p>Se a empresa já aplica estratégias relacionadas ao e-commerce com o TikTok Shop, qual a novidade com o Trendy Beat? A diferença, na prática, está relacionada ao ganho por trás das vendas realizadas.</p>



<p>Atualmente, em produtos comercializados por meio da primeira ferramenta, o TikTok lucra com pequenas comissões. Isso porque os itens são frutos de vendedores terceirizados. No caso da resolução mais recente, no entanto, espera-se que a ByteDance, holding do aplicativo, fique com todos os resultados do comércio online.</p>



<p>A explicação para isso também está em como o Trendy Beat funciona nos bastidores. Ao contrário do outro modelo, entende-se que a origem dos produtos, neste caso, será a China. Já a venda terá mediação de uma&nbsp;<strong>empresa do Cingapura</strong>&nbsp;pertencente a ByteDance.</p>



<p>Com o nome de&nbsp;<strong>Seitu</strong>, a introdução da subsidiária ao ecossistema da Trendy Beat corta o trabalho de terceiros e estabelece, assim, um e-commerce próprio que terá o TikTok como principal combustível.</p>



<p>Fonte: www.ecommercebrasil.com.br</p>
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		<title>Na contramão da crise, e-commerce já vende mais que a Black Friday</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 19:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Setor ajudou a preservar a economia, ao oferecer possibilidades seguras de comércio em meio à pandemia As perspectivas estavam bem identificadas desde o início do isolamento social, quando as possibilidades de comprar presencialmente ficaram severamente limitadas. Mas, ainda assim, os números impressionam positivamente. Durante o período mais rígido da quarentena estabelecido em combate à disseminação [&#8230;]</p>
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<p> Setor ajudou a preservar a economia, ao oferecer possibilidades seguras de comércio em meio à pandemia </p>



<p>As perspectivas estavam bem identificadas desde o início do isolamento social, quando as possibilidades de comprar presencialmente ficaram severamente limitadas. Mas, ainda assim, os números impressionam positivamente. Durante o período mais rígido da quarentena estabelecido em combate à disseminação da Covid-19 o Brasil registrou um aumento médio de 400% no número mensal de lojas que aderiram ao comércio eletrônico.</p>



<p>Segundo a ABComm (Associação Brasileira de E-commerce), até o começo das ações para conter o coronavírus no país, no início da segunda quinzena de março, a média era de dez mil aberturas por mês. Este índice saltou para 50 mil mensais logo após os decretos de isolamento social. O levantamento indicou ainda que mais de 200 mil lojas já aderiram às vendas pela internet e os setores que estão em alta são os da moda, alimentos e serviços.</p>



<p><strong>Choque, recuperação e crescimento</strong></p>



<p>Um bom termômetro de como esta tendência nacional se manifestou no cenário local é fornecido por Wellison Breder, gerente de marketing de uma empresa friburguense especializada em e-commerce e pioneira nacional no formato 4.0. “Poderíamos resumir a dinâmica no fluxo de vendas da seguinte forma: quando começou a quarentena, na segunda quinzena de março, quase todos os nossos clientes registraram quedas que variaram entre 50 e 90%. Naquela altura o nível de incertezas era muito alto, as pessoas estavam muito assustadas, e a imensa maioria optou por não gastar em nada que não fosse realmente básico”, observou.</p>



<p>“A única exceção se deu em relação ao setor da moda íntima. E entendo que isso se deu por dois motivos. Primeiro, porque a demanda por este tipo de peça é efetivamente contínua, e com as lojas fechadas a solução foi buscar alternativas no e-commerce. E também porque, como desdobramento desta demanda contínua, algumas pessoas identificaram na revenda uma oportunidade de ganhar dinheiro. Esses dois pilares mantiveram aquecidas as vendas deste setor específico”, acredita Breder.</p>



<p>“Este, contudo, foi apenas o momento inicial, pois já em abril muitas pessoas se deram conta de que não estavam num cenário pós-apocalíptico e aos poucos foram voltando ao ‘normal’ em relação ao consumo. Naquele mês começamos a ver as vendas de modo geral sendo retomadas, e no mês seguinte o e-commerce voltou com tudo, mais forte que nunca. Em junho as vendas já estavam superando as da Black Friday do ano anterior, e em julho os resultados foram ainda melhores.</p>



<p><strong>Novos hábitos</strong></p>



<p>Considerando, no entanto, que o impulso no número de adesões ao comércio eletrônico se deu por razões pontuais, que ademais todos esperam que desapareçam o quanto antes, a pergunta que mais interessa ao setor é a seguinte: quanto, de todo este crescimento, irá permanecer ao término da quarentena? Ou, colocando em outros termos, até que ponto a necessidade momentânea de buscar maneiras alternativas de consumo se reverterá em mudança de hábito para quem descobriu as possibilidades de comprar e vender via internet?</p>



<p>Neste sentido, agosto surgiu naturalmente como o mês mais representativo acerca do que pode vir a ser o “novo normal”, justamente em razão dos avanços que já se fizeram sentir na flexibilização da quarentena e do isolamento social. A esse respeito, Wellison informa que “até o 20º dia do mês o volume de vendas seguiu em crescimento, e tudo indicava que teríamos um resultado ainda melhor que o de julho. Nos últimos dez dias, no entanto, houve um pequeno recuo, provavelmente como reflexo do início da recuperação das vendas presenciais, e do próprio encolhimento geral da economia, que perdeu cerca de três milhões de empregos desde o início da quarentena. Ainda assim, o resultado foi bem superior ao do mesmo mês no ano passado”, comentou.</p>



<p>Tal interpretação parece em harmonia com dados divulgados recentemente pelo indicador Serasa Experian, segundo o qual em agosto a atividade do comércio registrou a segunda maior alta do ano e a quarta consecutiva, medida em 5,3%. No mesmo período, dados locais fornecidos por Braulio Rezende, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e do Sindicato do Comércio Varejista (Sincomércio), indicam que em agosto as lojas friburguenses apresentaram movimento 6% maior do que o registrado no mesmo período de 2019.</p>



<p>Agosto também teve algumas peculiaridades a serem registradas. No setor da moda praia, por exemplo, as vendas haviam despencado desde o início da pandemia, até que nas últimas semanas o volume de negócios subiu drasticamente, contribuindo de maneira sensível para o bom resultado do mês.</p>



<p>“O e-commerce certamente sairá da pandemia muito mais forte do que entrou”, avalia o comerciante. No momento em que as lojas estavam fechadas e as pessoas tiveram de ficar em casa, as possibilidades de comércio à distância foram cruciais para preservar o abastecimento e manter parte da economia funcionando. Muitos lojistas tradicionais se deram conta do tipo de potencial que pode ser agregado a seus respectivos negócios, bem como muitos consumidores descobriram a variedade de opções de consumo disponíveis na internet. Naturalmente isso não significa que o comércio tradicional esteja ultrapassado, mas parece evidente que o isolamento acelerou um processo de mudança na maneira de comprar e vender e enfatizou as vantagens de manter também uma loja virtual bem estruturada na internet”, disse.</p>
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		<title>O aumento do E-Commerce até 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 20:20:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por mais atualizados que estamos hoje em dia, acaba sendo até estranho falar sobre Online e Offline, o maior desafio de hoje em dia para os varejistas seria a integração desses dois. Uma pesquisa da Forrester, encomendada pelo Google, mostrou que o digital já é de suma importância na compra para o consumidor, 19% das [&#8230;]</p>
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<p>Por mais atualizados que estamos hoje em dia, acaba sendo até estranho falar sobre Online e Offline, o maior desafio de hoje em dia para os varejistas seria a integração desses dois. Uma pesquisa da Forrester, encomendada pelo Google, mostrou que o digital já é de suma importância na compra para o consumidor, 19% das vendas totais, desconsiderando alimentos e bebidas, off-line já são bastante influenciados pelo online. Somando 165 bilhões de reais até o final de 2016 e até 2021 e crescendo cada vez mais, chegando a 32% das vendas. Quando combinamos esse número com as vendas totais do e-commerce esse percentual de influência é ainda maior, sendo 25% em 2016 e 42% até 2021.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/Imagem-1.png" alt="Imagem 1" class="wp-image-10533"/></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-2.png"><img decoding="async" src="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-2.png" alt="imagem 2" class="wp-image-10534"/></a></figure></div>



<p>Consequentemente a partir do crescimento do consumo e novos compradores online o e-commerce irá dobrar sua participação no faturamento nos próximos 5 anos, crescendo em média 12,4% ao ano até 2021, um total de 85 bilhões de reais.<br>O amadurecimento do setor online fará com que ampliem seu consumo em uma variedade maior de categorias. Um outro fator para o crescimento da receita do e-commerce virá de novos consumidores online.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-3.png"><img decoding="async" src="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-3.png" alt="imagem 3" class="wp-image-10535"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-4.png"><img decoding="async" src="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-4.png" alt="imagem 4" class="wp-image-10536"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-5.png"><img decoding="async" src="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-5.png" alt="imagem 5" class="wp-image-10537"/></a></figure></div>



<p>O futuro do varejo irá depender da integração entre canais online e off-line, destacando a experiência para mobile com sua influência crescendo quase diariamente. Estudos apontam que até o final de 2016 19% das vendas serão feitas em dispositivos moveis e em 2021 irá para 41%</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-61.png"><img decoding="async" src="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-61.png" alt="imagem 6" class="wp-image-10539"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-7.png"><img decoding="async" src="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-7.png" alt="imagem 7" class="wp-image-10540"/></a></figure></div>



<p>Fazendo estudos a parte o Google monitora o comportamento dos consumidores e foi concluído que os consumidores multicanal gasta 40% a mais do que os consumidores que compram somente em um canal.<br>Atualmente 6 a cada 10 vendas são precedidas pela internet, e a previsão é que 2021 essa influência da web será ampliada para 8 a 10 vendas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-8.png"><img decoding="async" src="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-8.png" alt="imagem 8" class="wp-image-10541"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-10.png"><img decoding="async" src="https://www.logicadigital.com.br/arquivos/2016/10/imagem-10.png" alt="imagem 10" class="wp-image-10542"/></a></figure></div>



<p>Gráficos retirados do site:&nbsp;<a href="http://cio.com.br/">http://cio.com.br/​</a></p>
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		<title>Consumo pós-Covid-19: 62,7% pretendem mesclar compras de mercado entre online e offline</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 19:33:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo coronavírus já alterou a forma como os consumidores utilizam os serviços online, e esses hábitos devem permanecer após a pandemia. A pesquisa “O futuro do consumo num cenário pós-covid-19” da Social Miner, realizada em parceria com a Opinion Box, aponta que 62,7% dos entrevistados vão fazer compras de mercado/feira tanto online quanto em lojas físicas, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O novo <strong>coronavírus</strong> já alterou a forma como os consumidores utilizam os serviços online, e esses hábitos devem permanecer após a pandemia. A pesquisa “O futuro do consumo num cenário pós-covid-19” da Social Miner, realizada em parceria com a Opinion Box, aponta que 62,7% dos entrevistados vão fazer compras de mercado/feira tanto online quanto em lojas físicas, e 10,9% estão decididos a consumir só online.</p>



<p>Em relação a cursos e estudos, por exemplo, quando o isolamento acabar, 45,4% pretendem fazer exclusivamente online, e 46,6% devem mesclar seus estudos tanto no online quanto no offline.</p>



<p>Sobre compras de eletrodomésticos, 32,7% optam em fazer pela internet, mesmo modelo que 32,6% devem seguir ao adquirir eletrônicos e informática. Quanto a refeições prontas, 19,6% vão optar por pedir online ao invés de ir a um restaurante, e 68,4% devem pedir online e offline.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.ecommercebrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/social-miner1-1.jpg" alt="" class="wp-image-98146"/></figure></div>



<p>Segundo a Social Miner, nota-se que comprar online se tornou uma opção para muitas pessoas. O que pode explicar isso é que para 72,4% a experiência nos&nbsp;<strong>e-commerces</strong>&nbsp;foi positiva, sem desconsiderar também os 22,1% que tiveram uma vivência intermediária — meio negativa, meio positiva —, e 5,4% cuja experiência foi negativa.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.ecommercebrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/social-miner2-1.jpg" alt="" class="wp-image-98147"/></figure></div>



<p><em>*dados referentes àqueles consumidores que declararam ter comprado online durante o período de isolamento</em></p>



<p>Entre os principais motivos dessa alta taxa de aprovação estão os bons preços e ofertas, 53,6%, a praticidade, 38,7%, e os prazos de entrega rápidos, 35,9%.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.ecommercebrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/social-miner3-1.jpg" alt="" class="wp-image-98148"/></figure></div>



<p><em>*dados referentes àqueles consumidores que declararam ter comprado online durante o período de isolamento e tiveram experiências positivas</em></p>



<p>Já no que se refere às experiências de compra negativas, 38,8% afirmaram que o problema foram os prazos de entrega ruins, e 37,8% apontaram que o valor do frete era muito alto, injusto ou não compensava a compra.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.ecommercebrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/social-miner4-1.jpg" alt="" class="wp-image-98149"/></figure></div>



<p><em>*dados referentes àqueles consumidores que declararam ter comprado online durante o período de isolamento e tiveram experiências negativas</em></p>



<p>Sobre estreantes nos e-commerces, 7,5% dos consumidores fizeram compras online pela primeira vez neste período de quarentena. Entre os clientes das classes C, D e E, essa taxa chega a 8,37%, o que significa que há um novo perfil de público adentrando esse universo, segundo a pesquisa.</p>



<p>Entre as classes A e B, a porcentagem referente à primeira transação em e-commerces ficou em apenas 3,83%, talvez por estarem mais habituados a esse tipo de transação. Tanto que esse público AB foi o que mais se aventurou ao consumir em lojas que ainda não conhecia, representando 23,47%.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.ecommercebrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/social-miner5-1.jpg" alt="" class="wp-image-98150"/></figure></div>



<p><em>*dados referentes àqueles consumidores que declararam ter comprado online durante o período de isolamento</em></p>



<p>Considerando o público em geral, ter a sensação de segurança ao comprar em sites já conhecidos foi prioridade para 18,5% dos entrevistados. Marcas influentes e conhecidas nessas plataformas acabaram ganhando a preferência dos clientes, de acordo com a Social Miner.</p>



<p>Empresas que se destacaram como lojas físicas antes da pandemia também tiveram a confiança do público no ambiente virtual neste período de isolamento social. 22,4% dos consumidores optaram por adquirir produtos nos e-commerces dessas lojas que já conheciam.</p>



<p>Para achar essas lojas no ambiente online, 46,3% usaram sites de busca como<strong>&nbsp;Google</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Bing</strong>, 38,7% utilizaram aplicativos, e 31,3% encontraram via&nbsp;<strong>Instagram</strong>. Logo atrás estão os anúncios, Facebook e indicação de amigos. Nota-se que, apesar da representativa ainda baixa, outros canais vêm ganhando cada vez mais força, o que pode ser uma tendência para o pós-pandemia.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.ecommercebrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/social-miner6.jpg" alt="" class="wp-image-98151"/></figure></div>



<p><em>*dados referentes àqueles consumidores que declararam ter comprado online durante o período de isolamento</em></p>



<p>Entre os compradores com idade entre 16 e 29 anos, o Instagram teve uma representatividade de 43,6% para encontrar lojas online, perdendo apenas para o sites de busca. Já entre pessoas com 50 anos ou mais, esse índice foi de 12,7%.</p>



<p>Dentre os canais preferidos pelo consumidor na hora de finalizar uma compra, os sites continuam no topo da lista, com 72,2%, seguidos por aplicativos de e-commerce, 61,9%. Mas o destaque aqui vai para a nova tendência: compras pelo&nbsp;<strong>WhatsApp</strong>, chegando à marca de 40,7%.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.ecommercebrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/social-miner-7.jpg" alt="" class="wp-image-98152"/></figure></div>



<p><em>*dados referentes àqueles consumidores que declararam ter comprado online durante o período de isolamento</em></p>



<p>Ainda segundo a pesquisa, outra surpresa revelada é que o medo de fraudes no pagamento não está no topo da lista de motivos pelos quais as pessoas não fecharam as compras online, ele aparece em terceiro lugar, com 19,4%. O que desmotivou os consumidores foi o preço do frete, 33,9%, e a demora na entrega, 19,7%.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.ecommercebrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/social-miner8.jpg" alt="" class="wp-image-98153"/></figure></div>



<p>Motivos de desistência na hora da compra analisados. 65,4% dos entrevistados pretendem continuar comprando em e-commerces se o preço for interessante, e 59% se o preço do frete for mais barato, grátis ou considerado justo.</p>



<p>O levantamento também mostra a relevância do atendimento fácil e rápido, com 39,1% das respostas, ofertas personalizadas, com 23,7%, e menos propagandas, 14%.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.ecommercebrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/socialminer9.jpg" alt="" class="wp-image-98154"/></figure></div>



<p><em>*dados referentes àqueles consumidores que declararam ter comprado online durante o período de isolamento</em></p>



<p>fonte: ecommercebrasil</p>
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		<title>E-commerce se destaca no Ibovespa em melhor trimestre desde 2003</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 19:26:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abolsa de valores de São Paulo (Ibovespa) registrou o melhor trimestre em dezesseis anos e meio, em uma forte recuperação após o tombo nos primeiros meses do ano, quando prevaleceu a aversão a risco por causa da pandemia do novo&#160;coronavírus. A&#160;Via Varejo&#160;teve o melhor desempenho do Ibovespa no trimestre, de 189,96%, com o setor de&#160;comércio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Abolsa de valores de São Paulo (<strong>Ibovespa</strong>) registrou o melhor trimestre em dezesseis anos e meio, em uma forte recuperação após o tombo nos primeiros meses do ano, quando prevaleceu a aversão a risco por causa da pandemia do novo&nbsp;<strong>coronavírus</strong>.</p>



<p>A&nbsp;<strong>Via Varejo</strong>&nbsp;teve o melhor desempenho do Ibovespa no trimestre, de 189,96%, com o setor de&nbsp;<strong>comércio eletrônico</strong>&nbsp;respondendo por três das cinco maiores altas do índice no período de abril a junho.</p>



<p>Medidas de restrição para frear a disseminação da&nbsp;<strong>Covid-19</strong>&nbsp;colocaram as pessoas em casa e estimularam o comércio online como nunca. A&nbsp;<strong>B2W</strong>&nbsp;contabilizou valorização de 123,02% e o&nbsp;<strong>Magazine Luiza</strong>&nbsp;somou elevação de 83,77%. Em Nova York, o&nbsp;<strong>Mercado Livre</strong>&nbsp;apurou um salto de 101,76%.</p>



<p>A Hering registrou perda de 3,76%, com a perspectiva desafiadora para 2020, em meio ao fechamento de lojas, menor confiança do consumidor e maior desemprego, minando perspectivas de uma recuperação da varejista de vestuário. No setor, a&nbsp;<strong>Renner</strong>&nbsp;conseguiu reagir e deve fechar o trimestre com performance positiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recuperação do Ibovespa</strong></h2>



<p>Apesar de o Ibovespa ainda estar distante dos 120 mil pontos que ameaçou romper no começo de 2020, ele já se afastou razoavelmente da mínima do ano, em março, quando se aproximou dos 60 mil pontos.</p>



<p>O Ibovespa acumulou no segundo trimestre elevação de 30,2%, com apenas três ações com desempenho negativo no período, em movimento que teve como catalisadores a ampla liquidez global e declínio dos juros para taxas historicamente baixa no país.</p>



<p>Essa combinação animou um fluxo histórico de pessoas físicas a migrar para a renda variável, apesar da forte volatilidade determinada pela pandemia, além do cenário político turbulento no Brasil.</p>



<p>No acumulado desde o início do ano, contudo, a performance continua negativa, em 17,8%.</p>



<p>fonte: ecommercebrasil</p>
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		<title>9 dicas para você aumentar sua conversão online em 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2019 19:35:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se perguntarem para qualquer gestor se ele gostaria de aumentar a conversão online de sua empresa, a resposta óbvia e absoluta seria: sim, ainda que isso demandasse alguns ajustes em sua capacidade produtiva. As&#160;vendas, em última instância, são aquelas que garantirão que os investimentos realizados serão quitados e o lucro apurado, certo? No ambiente online, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="766" height="400" src="https://plusagencia.com.br/wp-content/uploads/2019/11/images-1.png" alt="" class="wp-image-8959" srcset="https://plusagencia.com.br/wp-content/uploads/2019/11/images-1.png 766w, https://plusagencia.com.br/wp-content/uploads/2019/11/images-1-510x266.png 510w" sizes="(max-width: 766px) 100vw, 766px" /></figure>



<p>Se perguntarem para qualquer gestor se ele gostaria de aumentar a conversão online de sua empresa, a resposta óbvia e absoluta seria: sim, ainda que isso demandasse alguns ajustes em sua capacidade produtiva.</p>



<p>As&nbsp;vendas, em última instância, são aquelas que garantirão que os investimentos realizados serão quitados e o lucro apurado, certo?</p>



<p><strong>No ambiente online, a relação entre custos e retornos costumam ser muito mais vantajosas do que os demais canais</strong>. Esse fato, aliás, pode ser facilmente confirmado com em resultados da&nbsp;pesquisa Content Trends 2019:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>83,4%</strong>&nbsp;focam suas estratégias de&nbsp;marketing&nbsp;em seus canais online com o intuito de gerar leads;</li><li><strong>68,1%</strong>&nbsp;das empresas respondentes afirmam direcionar sua estratégia de marketing de conteúdo para realizar vendas;</li><li><strong>63,8%</strong>&nbsp;usam a taxa de conversão como um de seus indicadores de sucesso;</li></ul>



<p>Ou seja, para as empresas que começam a fazer seu planejamento estratégico para 2020, definir quais ações adotar no ambiente online, para aumentar as conversões, é essencial para o sucesso.</p>



<p>Pensando nesse momento, fizemos uma coletânea de boas práticas e&nbsp;tendências de marketing&nbsp;para o ambiente online que, certamente, trarão bons resultados de conversão para sua empresa.</p>



<p>Continue conosco e saiba como aumentar a conversão online do seu negócio!</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Personalize a forma de comunicar com seu cliente</h3>



<p>Essa é uma dica antiga, mas com uma repaginada estratégica para conquistar aqueles&nbsp;leads&nbsp;que não foram convertidos inicialmente.</p>



<p>A ideia é abordar, de forma personalizada, os potenciais clientes que não fecharam o negócio no passado por algum motivo e fazer uma nova tentativa, focando mais objetivamente nas suas demandas que ainda não foram atendidas.</p>



<p>Parece familiar? Se você conhece a estratégia de Dean Jackson, que usa&nbsp;<strong>um email nominal escrito com nove palavras</strong>, é isso mesmo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://rockcontent.com/wp-content/uploads/2019/11/Screenshot_76.png" alt="exemplo de email" class="wp-image-43532"/></figure>



<p>A ideia é renovar o contato, fazer com que o relacionamento seja reativado, e, por incrível que pareça, essa simplicidade, que quase parece uma displicência, vai chamar mais a atenção do seu lead do que um email com título estruturado.</p>



<p>Se receber uma resposta,&nbsp;<strong>garanta que sua abordagem inicial realmente tinha um caráter personalizado&nbsp;</strong>e mencione que pensou durante aquele tempo em formas para encontrar o produto ou serviço perfeito para o lead, e, então, avance o processo decisório.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Use call to actions criativos</h3>



<p>As empresas e marcas precisam se reinventar para manterem-se competitivas, alinharem seus produtos e serviços de acordo com as novas necessidades e preferências dos clientes.</p>



<p>Mas, se essa parte tão crucial do negócio muda, a forma de interagir com o cliente também precisa mudar, certo?</p>



<p>Isso é particularmente verdadeiro, pois chamadas para interação muito usadas acabam desinteressando o público e, também, penalizando o conteúdo em relação aos algoritmos das&nbsp;redes sociais, como é o caso do Facebook.</p>



<p>Os&nbsp;call to actions&nbsp;que pedem curtidas, compartilhamentos e para que seus canais sejam seguidos, por exemplo, fazem com que seu conteúdo tenha menor relevância para os algoritmos do Facebook.</p>



<p>É claro que um bom destaque nos canais de interação faz diferença, mas a verdade é que&nbsp;<strong>o mais importante, realmente, é engajar seu lead com o CTA e fazer com que ele tome uma ação</strong>, certo?</p>



<p>Aposte na criatividade, use&nbsp;gatilhos mentais&nbsp;ou escolha uma hashtag exclusiva para sua marca e sugira que seus leads a utilizem para escrever comentários. Um checklist que pode ser seguido para a criação dos seus CTA é:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>garanta que ele esteja orientando qual ação o lead precisa tomar;</li><li>crie um senso de urgência para a reação do lead;</li><li>use elementos visuais, se a linguagem permitir, de botões personalizados até emojis;</li><li>crie um texto&nbsp;persuasivo;</li><li>garanta que a ação seja simples de ser executada, oferecendo o link para baixar um conteúdo ou para falar com o consultor da empresa;</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">3. Invista em automações</h3>



<p>Se a sua empresa deseja converter mais, precisa gerar um volume de oportunidades de negócio maior. É o que mencionamos na introdução desse conteúdo, ou seja, em alguns casos, é preciso fazer investimentos para também vender mais.</p>



<p><strong>Investir em soluções de&nbsp;automação de marketing&nbsp;é uma boa opção, pois elas ampliam sua capacidade de abordagem e dão suporte na manutenção da regularidade dos contatos</strong>, sem, porém, deixar as interações muito impessoais.</p>



<p>Aqui, vale duas ressalvas: essa é uma estratégia muito eficiente, mas é essencial fazer seu planejamento para que ela traga os resultados esperados.</p>



<p>O segundo ponto é que, o público, em geral, fica cada vez mais consciente do que é uma interação humana e o que não é.</p>



<p>Sua empresa não precisa esconder essa característica, afinal, a inovação é abraçada por muitos. No entanto, é fundamental que as abordagens sejam as mais personalizadas e relevantes possíveis.</p>



<p>Outra dica importante é garantir que, em todos os conteúdos enviados automaticamente, tenha um botão ou link que permita que o lead fale diretamente com um representante da empresa, seja para tirar dúvidas, seja para fazer sua compra.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Aposte na criatividade para fazer landing pages irresistíveis</h3>



<p>Mencionando o básico, toda&nbsp;landing page&nbsp;precisa ter um propósito bem definido — fato —, mas acredite, nem sempre a empresa define isso claramente e gera milhares de landing pages para captação de novos emails e contatos de potenciais clientes.</p>



<p>No entanto, cada landing page oferece uma solução, um conteúdo. Quem baixa um ebook sobre ferramentas de marketing, pode não ter o mesmo interesse de quem inseriu seu email para entender sobre como configurar um chatbot para as redes sociais.</p>



<p>Ou seja, não dá para lançar milhares de landing pages e depois colocar todos os emails coletados na mesma segmentação. Isso não é produtivo.</p>



<p>Com essa ideia em mente, e definindo como os contatos gerados serão segmentados e trabalhados,&nbsp;<strong>o passo seguinte é surpreender</strong>.</p>



<p>Veja algumas dicas para colocar isso em prática.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4.1 Capriche no visual</h3>



<p>Cores e suas combinações podem estimular o lead de diferentes maneiras, assim como a distribuição do conteúdo na página, imagens, a fonte e o tamanho da letra usada.</p>



<p>É muito importante explorar esses elementos de forma criativa e envolvente, mas, é claro, respeitando a&nbsp;identidade da marca.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4.2 Use e abuse dos testes A/B</h3>



<p>Para aumentar a conversão, é preciso utilizar o formato que mais atrai, certo? Nada melhor do que usar&nbsp;testes A/B&nbsp;para identificar aquele que mais traz retornos e captação de novos leads.</p>



<p>O segredo do teste A/B é mudar apenas uma variável entre o primeiro e o segundo modelo. Determinar o tempo em que as duas versões serão avaliadas também, afinal, parte do seu tráfego receberá uma versão menos atrativa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4.3 Tenha atenção a experiência do usuário</h3>



<p>Uma landing page deve ser responsiva, pode usar âncoras que facilitem a navegação no conteúdo, deve ter um conteúdo objetivo e simples de ser consumido.</p>



<p>No formulário para obter o conteúdo ofertado, a objetividade também deve estar presente. Questione somente o necessário, e, nas perguntas que identificam atividade humana, facilite a resposta. Nada complicado que desencoraje seu lead, ok?</p>



<h3 class="wp-block-heading">4.4 Preze pelo título</h3>



<p>Use um título que prenda a atenção do lead e faça uma promessa para o conteúdo que faça uma conexão entre um diferencial da empresa e uma necessidade do potencial cliente.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://rockcontent.com/wp-content/uploads/2019/11/landing-page-evernote-1024x583.png" alt="laning page do evernote" class="wp-image-43533"/></figure>



<p>Na landing page do aplicativo Evernote, o título menciona dois diferenciais valiosos para potenciais usuários: a possibilidade de ter suas anotações organizadas e a facilidade que o aplicativo oferece para fazer isso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Considere o custo por conversação quando comparar canais</h3>



<p>Outro ponto importante para aumentar a conversão online em 2020 é saber em quais canais investir em impulsionamentos e&nbsp;publicidade.</p>



<p>Para uma estratégia de&nbsp;Marketing de Conteúdo&nbsp;eficiente, investir em anúncios patrocinados das redes sociais e buscadores é muito importante.</p>



<p>Mas, em vez de comparar os indicadores que demonstram seu custo por conversão,&nbsp;<strong>avalie o quanto foi necessário investir para iniciar um relacionamento com o potencial cliente</strong>. Isso ajudará na tomada de decisão mais acertada.</p>



<p>É sabido, por exemplo, que os anúncios no LinkedIn costumam ser mais caros que no Facebook, mas se consideramos que o volume de oportunidades geradas é mais satisfatório, então, o investimento é diluído e torna-se mais vantajoso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Busque soluções dentro dos seus times comerciais</h3>



<p>Para inovar, muitas vezes, é preciso procurar outras fontes e perspectivas para seus dilemas comerciais. Nesse sentido, nada melhor do que conversar com quem está na ponta e diretamente conectado com seu potencial cliente para saber o que está faltando e pode ser melhorado.</p>



<p>Por isso, considere envolver sua equipe comercial e de marketing para personalizar estratégias, e, se for preciso, deixe que profissionais de confiança liderem projetos e mudanças na abordagem ao cliente.</p>



<p>É a chamada liderança situacional que coloca a responsabilidade de projetos importantes em profissionais experientes, inovadores e capazes de trazer a solução ideal.</p>



<p>Em outras palavras, delegue a necessidade de conquistar resultados, não as tarefas necessárias para chegar até eles.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Trabalhe sua segmentação como nunca antes feito</h3>



<p>Já deu para perceber que personalização é tudo, mas, em algumas situações, não dá para enviar um email de nove palavras para cada cliente. Isso seria trabalhoso e contraproducente, já que aumentaria os custos de vendas.</p>



<p>Assim, é preciso unir automação, personalização e inteligência. Com o uso da análise de dados, é possível criar&nbsp;segmentações&nbsp;de leads mais apuradas,&nbsp;<strong>garantindo que as equipes de marketing e vendas possam trabalhar com cada uma delas de forma única e diferenciada</strong>.</p>



<p>O chamado&nbsp;vendarketing&nbsp;— junção da equipe de vendas e marketing — é muito eficiente nesse sentido, pois proporciona uma experiência única desde o início das interações.</p>



<p>Dessa forma, mais dados são coletados sobre os potenciais clientes, garantindo melhor qualificação de suas propensões à compra, e, claro, personalização das abordagens de vendas. O resultado, é claro, é&nbsp;<strong>aumento da conversão e redução dos custos comerciais</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8. Invista no Marketing de Conteúdo para fortalecer seus diferenciais</h3>



<p>O Marketing de Conteúdo voltado para o ambiente virtual tem o poder de influenciar seus diferentes canais, servir de apoio para ações comerciais das lojas físicas, fortalecer a imagem da empresa e criar uma conexão com seu público.</p>



<p>Ou seja, é indispensável para as empresas que querem aumentar suas conversões online, pois&nbsp;<strong>realiza a nutrição de leads e faz com que eles avancem no&nbsp;funil de vendas</strong>.</p>



<p>Se ele não é a atividade principal do seu negócio, é possível terceirizar a produção de conteúdos e estratégia de marketing, por exemplo. A gestão de mídias sociais também pode ser gerenciada por uma equipe especializada e externa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">9. Integre suas estratégias de marketing para aumentar a conversão online</h3>



<p>Toda ação de marketing e canais de interação devem estar conectados. Isso fortalece a marca e permite que a empresa crie experiências de contato e vendas muito mais relevantes para seus clientes.</p>



<p>O fator&nbsp;omnichannel&nbsp;é essencial para empresas que tenham atuação no ambiente online, pois permite que seu principal diferencial, o fato de poder se relacionar com o cliente em qualquer lugar, seja potencializado com o uso das redes sociais, aplicativos,&nbsp;e-commerce&nbsp;e demais ferramentas do mundo digital.</p>



<p>É possível perceber que as&nbsp;<strong>boas práticas para aumentar a conversão online em 2020 permeiam entre a omnicanalidade, automação e a personalização das interações</strong>.</p>



<p>Investir em ações que conectem seus canais, por exemplo, garante que sua empresa concentre maior parcela da atenção dele. A automação, por sua vez, permite que vocês mantenham um volume de interações interessante e com custo reduzidos para direcionar o lead até a conversão.</p>



<p>Como as relações e experiências relevantes ainda são as mais importantes, personalizar os contatos e fazer com que os clientes se sintam únicos também é determinante.</p>



<p>Fonte: Rock Content</p>
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		<item>
		<title>80% dos consumidores desistem do e-commerce por falta de descrição do produto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2018 14:01:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A qualidade e quantidade de informações dos produtos é um ponto frequentemente negligenciado por quem comanda até mesmo os maiores e-commerces. Afinal, as preocupações de um gestor de loja online são diversas: aumentar a visibilidade e tráfego em ferramentas de busca, otimizar sua ferramenta de busca e recomendação, converter mais clientes e garantir uma boa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A qualidade e quantidade de informações dos produtos é um ponto frequentemente negligenciado por quem comanda até mesmo os maiores e-commerces. Afinal, as preocupações de um gestor de loja online são diversas: aumentar a visibilidade e tráfego em ferramentas de busca, otimizar sua ferramenta de busca e recomendação, converter mais clientes e garantir uma boa experiência durante a compra.</p>
<p>Mas tem uma coisa que vai fazer você pensar duas vezes sobre o tempo que você dedica a sua página de produto: <b>uma boa </b><b>descrição do produto</b><b> é essencial para 52,2% dos consumidores</b> decidirem onde comprar. Atenção, é “onde” e não “o que”. Sim, é o e-commerce que o consumidor está julgando – e, com isso, todo seu investimento em mídia, SEO, UX e busca acabam sendo prejudicados.</p>
<p>É verdade que a questão financeira ainda é o maior fator decisor. De acordo com a pesquisa “<b>Hábitos de Compra do Consumidor Online”</b>, 9 em cada 10 consumidores consideram decisivo o preço do produto na hora de escolher a loja em que comprar online. Mas, mesmo com um bom preço, o consumidor não está disposto a sair caçando informações em outros sites para depois voltar e finalizar uma compra. O risco: se sair, ele não voltar mais.</p>
<p>Quer provar essa teoria? <b>78% dos consumidores digitais já desistiram de uma compra por não confiar nas informações oferecidas sobre um produto</b>. Muito disso vem de informações contraditórias e confusas que muitas vezes aparecem nas lojas. De fato, 1 em cada 5 consumidores já encontraram no e-commerce informações divergentes sobre o mesmo produto.</p>
<p>Parece impensável, mas gigantes do e-commerces ainda falhem em algo tão básico como conteúdo de produto. E por um motivo tão banal: tecnologia. Ou melhor, a falta dela. O varejista ainda trata o conteúdo de modo arcaico: trocando planilhas e alocando pessoas para cadastrar e validar informações que são enviadas por fornecedores, sellers ou produzidas internamente.</p>
<p><i></i>Como última ponta dessa comunicação, o consumidor não tem nenhuma voz ativa no processo. Ele fica “refém” daquilo que encontra. Sua única arma é buscar a concorrência que ofereça o serviço que ele considera adequado, confiar em reviews de outros consumidores ou ir até uma loja para conferir o produto – e comprá-lo, em muitos casos.</p>
<p>As informações estão na pesquisa <b>Hábitos de Compra do Consumidor Online</b>, realizada pelo Birdie – plataforma que aplica tecnologia e machine learning para proporcionar uma melhor gestão de informação de produto. Para ter acesso ao relatório completo, clique <a href="http://campanhas.birdie.com.br/pesquisa-habitos-de-compra-do-consumidor-online?utm_source=ecommercebr">aqui</a>.</p>
<p>Fonte: E-commerce Brasil</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Facebook Marketplace: a próxima (R)evolução do e-commerce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2018 14:36:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eis que, sem muito alarde e nem muita pompa, o Facebook liberou seu Marketplace no Brasil, surpreendendo muita gente e sacudindo o universo do e-commerce nacional, que saiu em busca de informações e detalhes sobre esse novo canal de vendas. Com matérias e notas parecidas e sem muito destaque em sites e blogs de tecnologia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eis que, sem muito alarde e nem muita pompa, o Facebook liberou seu Marketplace no Brasil, surpreendendo muita gente e sacudindo o universo do e-commerce nacional, que saiu em busca de informações e detalhes sobre esse novo canal de vendas.</p>
<p>Com matérias e notas parecidas e sem muito destaque em sites e blogs de tecnologia e marketing, o Facebook – que costuma anunciar mudanças na rede social com bastante barulho – disponibilizou, gradualmente, a função de marketplace para os usuários brasileiros a partir do fim de janeiro.</p>
<p>De maneira melhor organizada, o Facebook criou um canal para todos que desejam comprar e vender dentro da rede social, mantendo os anúncios de grupos independentes e dentro de seus endereços. É como um marketplace tradicional – tipo OLX e Mercado Livre – dividindo em categorias, filtro de preço, interesses de compra e venda e, a novidade, por alcance geográfico. Aqui, pode facilitar os negócios para as pessoas que desejam adquirir produtos dentro de um raio de alcance próximo.</p>
<p>A utilização é bem simples, tão simples que até uma criança pode usar (e, sério, estão usando). Basta ter uma conta na rede social, ir no ícone “Marketplace”, clicar em “Vender um item”, fotografar o produto (que pode ser com o próprio aplicativo), preencher título e descrição, confirmar o local de venda e clicar em “Publicar”. Sem botão de “vender”, algum “click to call ou action” ou espaço para telefone, toda a transação é feita diretamente pelo Facebook Messenger, onde forma de pagamento, entrega e outros detalhes são acertados. E, o melhor: sem a rede social cobrar nada do usuário pelas transações. A segurança do negócio é simplesmente o fato dos perfis dos vendedores e compradores serem abertos a todos, com botões de denúncia tanto do produto, quanto dos envolvidos no negócio – até do mapa da localização, de fácil localização.</p>
<p>Além das precauções de praxe, como marcar encontros em lugares públicos, não fazer depósitos antecipados, não vender produtos ilícitos, etc. A nova funcionalidade do Facebook não está de certa forma visando os sellers profissionais, privilegiando o C2C e a relação entre os perfis particulares do Facebook – já que <strong>não é possível vender utilizando as páginas corporativas ou públicas</strong>. Não tem como disponibilizar os produtos com estoque, gerenciar entregas, suporte de pagamentos.</p>
<p>Já há testes com o PayPal integrado ao Messenger nos EUA, onde podem fazer ou receber pagamentos diretamente pela ferramenta, por meio de um botão dedicado. Em breve, será liberado para os europeus. Por aqui, há testes com o Banco do Brasil, mas visando apenas transações básicas, como saldo, extrato, consulta de fatura e solicitação de segunda via de cartão de crédito.</p>
<p>No fim de 2017, o Facebook fez parcerias com grandes concessionárias e sites de aluguéis, disponibilizando catálogos e estoques inteiros dentro da rede social. Dentro dessas categorias, são disponibilizados filtros diferentes, assim como ocorre nos principais sites de aluguéis de imóveis e vendas de carros. Até fotos de 360° é possível subir na seção de móveis. Um ponto a se observar é que não há, por enquanto, a compra e venda de imóveis e nem de veículos zero quilômetro – está focando no aluguel e no comércio de usados.</p>
<p>O Facebook decidiu focar nessas duas categorias por conta do volume de negócios que ambas geravam. Já deixando claro que não deve parar por aí e que <strong>logo deve mirar em produtos tradicionais, como celulares, eletrônicos</strong>, entre outros artigos.</p>
<p>Destacando que, desde o lançamento do Marketplace, em 2016, <strong>o volume de pesquisas dentro do site aumentou 3x em todo o mundo</strong>. E quanto mais volume de buscas, mais anúncios divulgados e visualizados pela rede. E mais ganhos para a rede.</p>
<p>É fato conhecido que o Facebook faz de tudo para que a gente não saia dele, tanto que <em>derrubou a importância de posts que possuem link, dando visibilidade quase zero a eles – por levar para fora da rede</em>. Com o Marketplace, a rede reafirma essa intenção, oferecendo entretenimento, interação e, agora, consumo, batendo de frente com gigantes globais como eBay, Airbnb e até a Amazon.</p>
<p>Por aqui, por enquanto,<strong> junta-se a OLX e o Mercado Livre</strong> como opção de vendas C2C, mas, em breve, <strong>deve virar preocupação para o Webmotors e ZAP Imóveis</strong>, pois não deve demorar muito para essas novidades chegarem aqui, mesmo ainda não tendo disponibilizado essa função para todo o território nacional.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/facebook-marketplace-e-commerce/">E-commerce Brasil</a></p>
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		<title>E-commerce deve crescer 15% chegar a R$ 69 bi de faturamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Mar 2018 20:19:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[conectividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E-commerce brasileiro deve crescer 15% em 2018 em relação ao mesmo período do ano passado, com previsão de faturamento de R$ 69 bilhões. O ano pode registrar mais de 220 milhões de pedidos nas lojas virtuais, com um tíquete médio de R$ 310. Em 2017, o e-commerce obteve faturamento de R$ 59,9 bi e fechou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E-commerce brasileiro deve crescer 15% em 2018 em relação ao mesmo período do ano passado, com previsão de faturamento de R$ 69 bilhões. O ano pode registrar mais de 220 milhões de pedidos nas lojas virtuais, com um tíquete médio de R$ 310. Em 2017, o e-commerce obteve faturamento de R$ 59,9 bi e fechou com 203 milhões de pedidos e um tíquete médio de R$ 294. Os dados são da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).</p>
<p>De acordo com o relatório da associação, a dependência das lojas de e-commerce em grandes marketplaces, como Americanas, Submarino e Amazon, é evidente em quase todas as categorias de compra, já que 31,5% das vendas são efetuados neste canal. O Sul é a região com a melhor taxa de conversão média (1,5%).</p>
<p>Reginaldo Stocco, cofundador da VHSYS, startup que fornece solução tecnológica para gestão empresarial, confirma a tendência e afirma que ferramentas de integração com grandes lojas virtuais aliadas a softwares de gestão de vendas devem ditar o mercado. “Os números apontam para os marketplaces e o principal impulsionador das compras online continua sendo a comodidade, tanto para quem compra quanto para quem vende. Os pedidos precisam ser faturados com mais rapidez, o estoque precisa ser controlado com exatidão, o controle de entrada e saída de dinheiro do caixa precisam ser feitos com segurança. Ferramentas de integração acabam conectando os lojistas com os principais marketplaces e oferecem softwares para controle de venda e gestão”, diz.</p>
<p>As categorias que mais dependem de vendas por marketplaces são eletroeletrônicos, cama, mesa e banho, ferramentas e produtos para bebês/crianças. Os canais com menor porcentagem de vendas são moda e acessórios, sexshop e móveis para a casa.</p>
<p>Com a maior presença dos smartphones, a parcela de compras por dispositivos móveis cresceu de 22% para 31% entre 2016 e 2017. O desktop ainda predomina, mas de acordo com o relatório da ABComm, o mobile deverá crescer rapidamente em até quatro anos e será o principal dispositivo em acesso e conversão.</p>
<p><b>Taxa de conversão</b></p>
<p>O Sul é a região com a melhor taxa de conversão média (1,5%), seguido do Sudeste (1,4%), Centro-Oeste (1,3%) e Norte (1,0%). O Nordeste tem a menor taxa de conversão, com 0,9%.</p>
<p><b>Sazonalidade</b></p>
<p>O número de pedidos está mais concentrado no 2º semestre, com 55,2% das vendas do ano de 2017. O mês com maior número de pedidos foi novembro, que concentra as vendas da Black Friday e do Natal.</p>
<p>Os meses com menor número de pedidos são janeiro e fevereiro, por causa das férias escolares do verão.<br />
De acordo com relatório da ABComm, a categoria com mais itens por pedido foi a de alimentos e bebidas, que considera as vendas de supermercados (15,7 itens por pedido), seguida de ferramentas, com 10,5 itens por pedido.</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/e-commerce-deve-crescer-15-em-2018-e-chegar-a-r-69-bi-de-faturamento/"><strong>E-commerce Brasil</strong></a></p>
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		<title>Receita das vendas pela internet cresceu 290,4% desde 2007</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2018 16:29:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre 2007 e 2014, a receita bruta das vendas via internet praticadas pelas empresas comerciais do país saltou de R$ 7,7 bilhões para R$ 30,2 bilhões, já descontados os efeitos da inflação. Isso representa um crescimento real de 290,4%. No mesmo período, a receita bruta do comércio com as televendas cresceu 236,3% e a receita [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><em>Entre 2007 e 2014, a receita bruta das vendas via internet praticadas pelas empresas comerciais do país saltou de R$ 7,7 bilhões para R$ 30,2 bilhões, já descontados os efeitos da inflação. Isso representa um crescimento real de 290,4%.</em></p>
<p align="justify">No mesmo período, a receita bruta do comércio com as televendas cresceu 236,3% e a receita bruta do comércio varejista como um todo aumentou 86,5%.</p>
<p align="justify"><em>Essas são algumas das informações da Pesquisa Anual de Comércio (PAC) do IBGE, que investiga a estrutura produtiva das empresas comerciais do país, aferindo produtividade, margem comercial, salários e pessoal ocupado, entre outras variáveis. A publicação completa da PAC 2014 está disponível <a href="https://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/comercioeservico/pac/2014/default.shtm">aqui</a>.</em></p>
<p align="justify">A venda em lojas, postos de combustíveis, boxes em mercado, depósitos, galpões, armazéns e salas predomina largamente no comércio varejista, mas perdeu participação na receita bruta desse setor, entre 2007 (96,9%) e 2014 (95,9%). Já as vendas pela internet duplicaram sua participação (de 1,0% para 2,2%, no período), enquanto as televendas cresceram quase na mesma intensidade (de 0,5% para 0,9%).</p>
<p align="justify">Por outro lado, as outras formas de comercialização (quiosques e traillers, correio, porta a porta, postos móveis, ambulantes etc.) perderam participação no período (de 1,6% para 1,0%).</p>
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