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	<title>Arquivos e-commerce - Agência Plus Comunicações</title>
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	<description>Levando informações precisas para o crescimento da sua empresa.</description>
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	<title>Arquivos e-commerce - Agência Plus Comunicações</title>
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		<title>80% dos consumidores desistem do e-commerce por falta de descrição do produto</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2018 14:01:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A qualidade e quantidade de informações dos produtos é um ponto frequentemente negligenciado por quem comanda até mesmo os maiores e-commerces. Afinal, as preocupações de um gestor de loja online são diversas: aumentar a visibilidade e tráfego em ferramentas de busca, otimizar sua ferramenta de busca e recomendação, converter mais clientes e garantir uma boa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A qualidade e quantidade de informações dos produtos é um ponto frequentemente negligenciado por quem comanda até mesmo os maiores e-commerces. Afinal, as preocupações de um gestor de loja online são diversas: aumentar a visibilidade e tráfego em ferramentas de busca, otimizar sua ferramenta de busca e recomendação, converter mais clientes e garantir uma boa experiência durante a compra.</p>
<p>Mas tem uma coisa que vai fazer você pensar duas vezes sobre o tempo que você dedica a sua página de produto: <b>uma boa </b><b>descrição do produto</b><b> é essencial para 52,2% dos consumidores</b> decidirem onde comprar. Atenção, é “onde” e não “o que”. Sim, é o e-commerce que o consumidor está julgando – e, com isso, todo seu investimento em mídia, SEO, UX e busca acabam sendo prejudicados.</p>
<p>É verdade que a questão financeira ainda é o maior fator decisor. De acordo com a pesquisa “<b>Hábitos de Compra do Consumidor Online”</b>, 9 em cada 10 consumidores consideram decisivo o preço do produto na hora de escolher a loja em que comprar online. Mas, mesmo com um bom preço, o consumidor não está disposto a sair caçando informações em outros sites para depois voltar e finalizar uma compra. O risco: se sair, ele não voltar mais.</p>
<p>Quer provar essa teoria? <b>78% dos consumidores digitais já desistiram de uma compra por não confiar nas informações oferecidas sobre um produto</b>. Muito disso vem de informações contraditórias e confusas que muitas vezes aparecem nas lojas. De fato, 1 em cada 5 consumidores já encontraram no e-commerce informações divergentes sobre o mesmo produto.</p>
<p>Parece impensável, mas gigantes do e-commerces ainda falhem em algo tão básico como conteúdo de produto. E por um motivo tão banal: tecnologia. Ou melhor, a falta dela. O varejista ainda trata o conteúdo de modo arcaico: trocando planilhas e alocando pessoas para cadastrar e validar informações que são enviadas por fornecedores, sellers ou produzidas internamente.</p>
<p><i></i>Como última ponta dessa comunicação, o consumidor não tem nenhuma voz ativa no processo. Ele fica “refém” daquilo que encontra. Sua única arma é buscar a concorrência que ofereça o serviço que ele considera adequado, confiar em reviews de outros consumidores ou ir até uma loja para conferir o produto – e comprá-lo, em muitos casos.</p>
<p>As informações estão na pesquisa <b>Hábitos de Compra do Consumidor Online</b>, realizada pelo Birdie – plataforma que aplica tecnologia e machine learning para proporcionar uma melhor gestão de informação de produto. Para ter acesso ao relatório completo, clique <a href="http://campanhas.birdie.com.br/pesquisa-habitos-de-compra-do-consumidor-online?utm_source=ecommercebr">aqui</a>.</p>
<p>Fonte: E-commerce Brasil</p>
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		<title>Facebook Marketplace: a próxima (R)evolução do e-commerce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2018 14:36:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Marketplace]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eis que, sem muito alarde e nem muita pompa, o Facebook liberou seu Marketplace no Brasil, surpreendendo muita gente e sacudindo o universo do e-commerce nacional, que saiu em busca de informações e detalhes sobre esse novo canal de vendas. Com matérias e notas parecidas e sem muito destaque em sites e blogs de tecnologia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eis que, sem muito alarde e nem muita pompa, o Facebook liberou seu Marketplace no Brasil, surpreendendo muita gente e sacudindo o universo do e-commerce nacional, que saiu em busca de informações e detalhes sobre esse novo canal de vendas.</p>
<p>Com matérias e notas parecidas e sem muito destaque em sites e blogs de tecnologia e marketing, o Facebook – que costuma anunciar mudanças na rede social com bastante barulho – disponibilizou, gradualmente, a função de marketplace para os usuários brasileiros a partir do fim de janeiro.</p>
<p>De maneira melhor organizada, o Facebook criou um canal para todos que desejam comprar e vender dentro da rede social, mantendo os anúncios de grupos independentes e dentro de seus endereços. É como um marketplace tradicional – tipo OLX e Mercado Livre – dividindo em categorias, filtro de preço, interesses de compra e venda e, a novidade, por alcance geográfico. Aqui, pode facilitar os negócios para as pessoas que desejam adquirir produtos dentro de um raio de alcance próximo.</p>
<p>A utilização é bem simples, tão simples que até uma criança pode usar (e, sério, estão usando). Basta ter uma conta na rede social, ir no ícone “Marketplace”, clicar em “Vender um item”, fotografar o produto (que pode ser com o próprio aplicativo), preencher título e descrição, confirmar o local de venda e clicar em “Publicar”. Sem botão de “vender”, algum “click to call ou action” ou espaço para telefone, toda a transação é feita diretamente pelo Facebook Messenger, onde forma de pagamento, entrega e outros detalhes são acertados. E, o melhor: sem a rede social cobrar nada do usuário pelas transações. A segurança do negócio é simplesmente o fato dos perfis dos vendedores e compradores serem abertos a todos, com botões de denúncia tanto do produto, quanto dos envolvidos no negócio – até do mapa da localização, de fácil localização.</p>
<p>Além das precauções de praxe, como marcar encontros em lugares públicos, não fazer depósitos antecipados, não vender produtos ilícitos, etc. A nova funcionalidade do Facebook não está de certa forma visando os sellers profissionais, privilegiando o C2C e a relação entre os perfis particulares do Facebook – já que <strong>não é possível vender utilizando as páginas corporativas ou públicas</strong>. Não tem como disponibilizar os produtos com estoque, gerenciar entregas, suporte de pagamentos.</p>
<p>Já há testes com o PayPal integrado ao Messenger nos EUA, onde podem fazer ou receber pagamentos diretamente pela ferramenta, por meio de um botão dedicado. Em breve, será liberado para os europeus. Por aqui, há testes com o Banco do Brasil, mas visando apenas transações básicas, como saldo, extrato, consulta de fatura e solicitação de segunda via de cartão de crédito.</p>
<p>No fim de 2017, o Facebook fez parcerias com grandes concessionárias e sites de aluguéis, disponibilizando catálogos e estoques inteiros dentro da rede social. Dentro dessas categorias, são disponibilizados filtros diferentes, assim como ocorre nos principais sites de aluguéis de imóveis e vendas de carros. Até fotos de 360° é possível subir na seção de móveis. Um ponto a se observar é que não há, por enquanto, a compra e venda de imóveis e nem de veículos zero quilômetro – está focando no aluguel e no comércio de usados.</p>
<p>O Facebook decidiu focar nessas duas categorias por conta do volume de negócios que ambas geravam. Já deixando claro que não deve parar por aí e que <strong>logo deve mirar em produtos tradicionais, como celulares, eletrônicos</strong>, entre outros artigos.</p>
<p>Destacando que, desde o lançamento do Marketplace, em 2016, <strong>o volume de pesquisas dentro do site aumentou 3x em todo o mundo</strong>. E quanto mais volume de buscas, mais anúncios divulgados e visualizados pela rede. E mais ganhos para a rede.</p>
<p>É fato conhecido que o Facebook faz de tudo para que a gente não saia dele, tanto que <em>derrubou a importância de posts que possuem link, dando visibilidade quase zero a eles – por levar para fora da rede</em>. Com o Marketplace, a rede reafirma essa intenção, oferecendo entretenimento, interação e, agora, consumo, batendo de frente com gigantes globais como eBay, Airbnb e até a Amazon.</p>
<p>Por aqui, por enquanto,<strong> junta-se a OLX e o Mercado Livre</strong> como opção de vendas C2C, mas, em breve, <strong>deve virar preocupação para o Webmotors e ZAP Imóveis</strong>, pois não deve demorar muito para essas novidades chegarem aqui, mesmo ainda não tendo disponibilizado essa função para todo o território nacional.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/facebook-marketplace-e-commerce/">E-commerce Brasil</a></p>
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		<title>E-commerce deve crescer 15% chegar a R$ 69 bi de faturamento</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2018 20:19:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
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		<category><![CDATA[conectividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E-commerce brasileiro deve crescer 15% em 2018 em relação ao mesmo período do ano passado, com previsão de faturamento de R$ 69 bilhões. O ano pode registrar mais de 220 milhões de pedidos nas lojas virtuais, com um tíquete médio de R$ 310. Em 2017, o e-commerce obteve faturamento de R$ 59,9 bi e fechou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E-commerce brasileiro deve crescer 15% em 2018 em relação ao mesmo período do ano passado, com previsão de faturamento de R$ 69 bilhões. O ano pode registrar mais de 220 milhões de pedidos nas lojas virtuais, com um tíquete médio de R$ 310. Em 2017, o e-commerce obteve faturamento de R$ 59,9 bi e fechou com 203 milhões de pedidos e um tíquete médio de R$ 294. Os dados são da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).</p>
<p>De acordo com o relatório da associação, a dependência das lojas de e-commerce em grandes marketplaces, como Americanas, Submarino e Amazon, é evidente em quase todas as categorias de compra, já que 31,5% das vendas são efetuados neste canal. O Sul é a região com a melhor taxa de conversão média (1,5%).</p>
<p>Reginaldo Stocco, cofundador da VHSYS, startup que fornece solução tecnológica para gestão empresarial, confirma a tendência e afirma que ferramentas de integração com grandes lojas virtuais aliadas a softwares de gestão de vendas devem ditar o mercado. “Os números apontam para os marketplaces e o principal impulsionador das compras online continua sendo a comodidade, tanto para quem compra quanto para quem vende. Os pedidos precisam ser faturados com mais rapidez, o estoque precisa ser controlado com exatidão, o controle de entrada e saída de dinheiro do caixa precisam ser feitos com segurança. Ferramentas de integração acabam conectando os lojistas com os principais marketplaces e oferecem softwares para controle de venda e gestão”, diz.</p>
<p>As categorias que mais dependem de vendas por marketplaces são eletroeletrônicos, cama, mesa e banho, ferramentas e produtos para bebês/crianças. Os canais com menor porcentagem de vendas são moda e acessórios, sexshop e móveis para a casa.</p>
<p>Com a maior presença dos smartphones, a parcela de compras por dispositivos móveis cresceu de 22% para 31% entre 2016 e 2017. O desktop ainda predomina, mas de acordo com o relatório da ABComm, o mobile deverá crescer rapidamente em até quatro anos e será o principal dispositivo em acesso e conversão.</p>
<p><b>Taxa de conversão</b></p>
<p>O Sul é a região com a melhor taxa de conversão média (1,5%), seguido do Sudeste (1,4%), Centro-Oeste (1,3%) e Norte (1,0%). O Nordeste tem a menor taxa de conversão, com 0,9%.</p>
<p><b>Sazonalidade</b></p>
<p>O número de pedidos está mais concentrado no 2º semestre, com 55,2% das vendas do ano de 2017. O mês com maior número de pedidos foi novembro, que concentra as vendas da Black Friday e do Natal.</p>
<p>Os meses com menor número de pedidos são janeiro e fevereiro, por causa das férias escolares do verão.<br />
De acordo com relatório da ABComm, a categoria com mais itens por pedido foi a de alimentos e bebidas, que considera as vendas de supermercados (15,7 itens por pedido), seguida de ferramentas, com 10,5 itens por pedido.</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/e-commerce-deve-crescer-15-em-2018-e-chegar-a-r-69-bi-de-faturamento/"><strong>E-commerce Brasil</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://plusagencia.com.br/e-commerce-deve-crescer-15-em-2018-e-chegar-a-r-69-bi-de-faturamento/">E-commerce deve crescer 15% chegar a R$ 69 bi de faturamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://plusagencia.com.br">Agência Plus Comunicações</a>.</p>
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