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	<title>Arquivos Publicidade - Agência Plus Comunicações</title>
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	<description>Levando informações precisas para o crescimento da sua empresa.</description>
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	<title>Arquivos Publicidade - Agência Plus Comunicações</title>
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	<item>
		<title>ChatGPT acerta diagnóstico de criança após ela passar por 17 médicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 17:20:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Menino viveu com dores crônicas por três anos por conta de uma malformação até que o programa de computador encontrou o diagnóstico O menino americano Alex, de 7 anos, viveu quase metade de sua vida com dores crônicas. Ele passou por 17 médicos em busca de seu diagnóstico, mas a resposta que a família tanto [&#8230;]</p>
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<h3 class="wp-block-heading">Menino viveu com dores crônicas por três anos por conta de uma malformação até que o programa de computador encontrou o diagnóstico</h3>



<p>O menino americano Alex, de 7 anos, viveu quase metade de sua vida com dores crônicas. Ele passou por 17 médicos em busca de seu diagnóstico, mas a resposta que a família tanto esperava só veio pelo ChatGPT.</p>



<p>O ChatGPT é uma ferramenta de inteligência artificial de acesso livre que gera textos a partir de inúmeras fontes da internet. O programa computacional encontrou a origem do problema da criança: ele tinha duas malformações de nascença, a espinha bífida e a síndrome da medula ancorada.A síndrome da medula ancorada ocorre em cerca de 20% das crianças com espinha bífida. As duas condições impedem a medula de crescer junto com a criança.</p>



<h3 class="wp-block-heading">ChatGPT usado na medicina</h3>



<p>Os sintomas mais comuns da síndrome da medula ancorada são visuais e ocorrem na parte debaixo das costas, com manchas, covinhas e protuberâncias. Em Alex, entretanto, os primeiros sinais a aparecerem foram secundários, com as dores nas pernas como principal sinal. A surpresa da família foi que, ao incluir os sintomas no ChatGPT, o diagnóstico apareceu imediatamente.</p>



<p>Não é inédito que o programa ajude pacientes. Uma pesquisa feita com médicos <a href="https://www.metropoles.com/saude/chatgpt-ou-consulta-medica-virtual-estudo-avalia-qual-responde-melhor" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pedindo para avaliar diagnósticos de humanos e do ChatGPT</a> mostou que, em 80% dos casos, sem saber que avaliavam um texto gerado por computador, os médicos classificaram as informações como de melhor qualidade. Segundo eles, eram mais claras, completas e empáticas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O tratamento de Alex</h3>



<p>Alex tinha dores crônicas constantes, tendo que tomar analgésicos diariamente. Também passava por acessos de raiva, arrastava os pés ao caminhar e sentia fortes dores de cabeça. A criança também sofria com problemas de crescimento.</p>



<p>Foi só com a recomendação do programa que a mãe do menino buscou um neurologista para avaliar a criança. O paciente já havia passado por dentistas, ortopedistas e pediatras sem sair com um diagnóstico definitivo.</p>



<p>O tratamento da condição é feito com uma correção cirúrgica da malformação da espinha e o rearranjo dos músculos atrofiados. Em cerca de 20% dos casos, é necessário fazer outras cirurgias corretoras ao longo da vida.</p>



<p>Alex fez sua primeira cirurgia há dois meses e se recuperou bem do procedimento.</p>



<p>Fonte: www.metropoles.com</p>
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		<title>Por dentro do marketing do Google: 3 pontos que levamos em consideração ao pensar em eventos online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2020 19:56:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nikki Garvey é head de anúncios, eventos e experiências do YouTube. Neste artigo, ela compartilha como as equipes de marketing de eventos do Google estão reavaliando os processos em meio ao contexto de pandemia. Em diferentes países do mundo, eventos — relacionados a negócios ou não — serão cancelados nos próximos meses. Nesse mercado em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nikki Garvey é head de anúncios, eventos e experiências do YouTube. Neste artigo, ela compartilha como as equipes de marketing de eventos do Google estão reavaliando os processos em meio ao contexto de pandemia.</p>



<p>Em diferentes países do mundo, eventos — relacionados a negócios ou não — serão cancelados nos próximos meses. Nesse mercado em constante transformação diante do surto do COVID-19, a pergunta mais recorrente que escutamos dos nossos clientes e parceiros ao redor do mundo é: &#8220;Como podemos fazer eventos online?&#8221;.</p>



<p>E mesmo dentro da nossa equipe de marketing aqui no Google, essa é uma questão que estamos analisando. Isso porque é crucial reavaliarmos nossa abordagem em um momento delicado como esse — e que possui forte impacto na indústria, nas conferências e nos encontros com clientes.</p>



<p>Todo nosso entendimento em relação aos negócios mudou repentinamente. E as equipes de marketing de eventos dos mais variados lugares do mundo estão sendo obrigadas a rever seus processos. Em meio a essa realidade, partir para &#8220;eventos online&#8221; parece ser a decisão mais simples e óbvia a ser tomada, mas nem sempre significa que seja a mais adequada. Por isso, aqui estão 3 pontos que nossos times estão levando em consideração ao repensar os planos de marketing de eventos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.thinkwithgoogle.com/_qs/images/6QhOBfv9XXzQm1O7e1z_dW9r2uU=/43464/width-2000/twg_googlemkt_3things_live_events_graphic1.png" alt="Por dentro do marketing do Google: 3 pontos que levamos em consideração ao pensar em eventos online"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">1. Reveja seus objetivos iniciais. Nem todo evento funciona em uma transmissão online</h2>



<p>Só porque você pode fazer um evento online, não quer dizer que você deva. Volte aos objetivos iniciais do seu evento e escreva um novo briefing atualizando sua equipe sobre qual a razão de ser desse evento. Se uma das metas for lançar um conteúdo novo ou fazer um anúncio, um vídeo ou uma livestream podem ser uma boa alternativa.</p>



<p>Ainda assim, considere como esse conteúdo será consumido no contexto atual e não se esqueça de verificar se a duração e o formato são adequados para o seu público. Um evento cujo objetivo principal é o networking, por exemplo, pode não se encaixar bem no formato online.</p>



<p><strong>Pense sobre seus principais objetivos e trace alternativas.</strong>&nbsp;Seus esforços podem ser melhor aproveitados em uma abordagem diferente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. Cuidado com a sobrecarga de transmissões ao vivo</h2>



<p>&#8220;Vamos fazer uma transmissão ao vivo&#8221; é algo que tem sido bastante repetido ultimamente, e tenho certeza de que a frase vai além dos muros do Google. As livestreams conseguiram se estabelecer como uma maneira de ampliar encontros presenciais. Mas lembre-se: o fato de poder realizar um evento online não significa que você deva fazer uma live. Considere que cada vez mais pessoas estão&nbsp;<a href="https://www.thinkwithgoogle.com/intl/pt-br/advertising-channels/busca/4-dicas-para-manter-produtividade-no-home-office/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">trabalhando em casa</a>, ou seja, com crianças, animais de estimação e familiares por perto. A distração é a nova regra.</p>



<p><strong>Repense: seu evento irá atrair visualizações na hora marcada da live?</strong>&nbsp;Se houver um real motivo para as pessoas entrarem na sua livestream naquele momento (pense em anúncios importantes e atualizações relevantes que sejam essenciais para o seu público), o ao vivo pode ser um bom caminho. Ainda assim, criar um vídeo sob demanda pode ser mais palatável para a sua audiência, já que você oferece às pessoas a oportunidade de ver o material em um momento mais adequado.</p>



<p><strong>Lembre-se: você provavelmente não terá público presencial na sua live.</strong>&nbsp;Transmissões ao vivo costumam ser gravadas em frente a uma plateia, em um espaço onde apresentadores distribuem conteúdo para uma sala cheia de pessoas. Algo impensável de acontecer em meio à pandemia. Por isso não subestime a energia que o público transmite em uma livestream. Até mesmo os talk shows usam plateia para amplificar a energia do programa, e como neste contexto de surto muitos desses programas estão indo ao ar sem plateia, é necessário rever sua abordagem de acordo com o cenário atual. Dito isso, um conteúdo gravado no formato de vídeo sob demanda pode ser mais conveniente.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.thinkwithgoogle.com/_qs/images/LaxkOPYlqIDfqT6OQ7mcKtA21AM=/43465/width-2000/twg_googlemkt_3things_live_events_graphic2.png" alt="Por dentro do marketing do Google: 3 pontos que levamos em consideração ao pensar em eventos online"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">3. Aproveite outras vias para divulgar seu conteúdo</h2>



<p>Lembre-se: o fato de um evento ter sido planejado não significa que ele precisa ser adaptado para uma versão digital. Especialmente porque pode ser difícil, ou mesmo impossível, transpor para o digital os elementos de produção que fazem toda a diferença — como iluminação, som e cenografia.</p>



<p><strong>Por isso, faça um balanço do conteúdo que pretendia entregar e responda a questão: este mesmo conteúdo poderia ser viabilizado em que outros formatos e em que outros canais?</strong>&nbsp;Inclusive, não subestime os seus próprios canais: seu site, email marketing, blogs e redes sociais. Um exemplo é o trabalho que uma das nossas equipes está fazendo: um conteúdo que seria apresentado em um palco é transformado em um vídeo animado ou em um texto, que poderão ser entregues via nossos próprios canais de marketing.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Olhando para o futuro</h2>



<p>Esses tempos nos ensinarão muitas lições sobre a eficiência do trabalho remoto, e podem nos fazer reavaliar a quantidade de vezes que entramos em um avião, ou trem, ou outro transporte, para ir a encontros profissionais. Essa é uma boa reflexão. Mas, ainda assim, eu acredito no retorno dos eventos presenciais — mesmo com uma capacidade de público ligeiramente diferente. Enquanto trabalho em casa durante a pandemia, sinto que esses encontros serão mais valiosos do que nunca, ainda mais quando todo mundo voltar a caminhar livremente.</p>



<p>Na sua essência, eventos profissionais são experiências compartilhadas. E esses encontros nos lembram que, como seres humanos, reunimos em um só lugar nossas personalidades, talentos e relações de trabalho, elementos que ajudam a construir negócios coletivamente todos os dias. Mas até que os eventos presenciais possam acontecer novamente, é importante repensar nossas práticas e processos nos tempos atuais.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.thinkwithgoogle.com/">https://www.thinkwithgoogle.com/</a> </p>
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		<title>Capa de Revista da ABTI ganha destaque em evento da FIESP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 20:27:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para comemorar os cinco anos da criação do Programa Operador Econômico Autorizado (OEA), a Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP) em parceria com a Receita Federal do Brasil, promoveram hoje, 10 de dezembro, o Seminário Brasileiro Programa OEA no Estado de São Paulo: Parceria Aduana e Empresas por um Brasil mais competitivo. O evento [&#8230;]</p>
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<p>Para comemorar os cinco anos da criação do Programa Operador Econômico Autorizado (OEA), a Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP) em parceria com a Receita Federal do Brasil, promoveram hoje, 10 de dezembro, o Seminário Brasileiro Programa OEA no Estado de São Paulo: Parceria Aduana e Empresas por um Brasil mais competitivo. O evento celebrou os cinco anos da criação do Programa Operador Econômico Autorizado (OEA).</p>



<p>Entre as imagens utilizadas em telão durante o Seminário destacou-se uma capa da Revista Cenário do Transporte alusiva ao Programa OEA, em publicação editada pela Plus Comunicações para a ABTI- Associação Brasileira de Transportadores Internacionais.&nbsp;&nbsp;</p>
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		<title>Cresce custo de links patrocinados, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2018 17:55:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
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		<category><![CDATA[busca orgânica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudanças nos mecanismos de busca e nas estratégias de comunicação das marcas se refletiram em desenvolvimentos na segmentação de campanhas em 2017, mas causaram também uma elevação dos custos de links patrocinados. É o que mostra o relatório “Paid Search Trends” do 4º TRI da iProspect, agência de marketing digital full performance presente em 54 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mudanças nos mecanismos de busca e nas estratégias de comunicação das marcas se refletiram em desenvolvimentos na segmentação de campanhas em 2017, mas causaram também uma elevação dos custos de links patrocinados.</p>
<p>É o que mostra o relatório “Paid Search Trends” do 4º TRI da iProspect, agência de marketing digital full performance presente em 54 países. O estudo é organizado nos EUA e baseado no rastreamento de mais de 220 mil campanhas online ativas em vários países, referentes a 2,5 mil contas do Google AdWords.</p>
<p>Segundo o relatório, a competição no ambiente online ficou mais acirrada com mais investimentos se dirigindo aos dispositivos móveis e, no mercado de varejo, à modalidade lista de compras (Shopping Ads). A predominância do acesso em dispositivos móveis e os novos formatos tanto para Shopping Ads, como para inserção em celulares, impulsionaram este movimento.</p>
<p>De 2016 para 2017, o Custo por Click (CPC) de links patrocinados e do Shopping Ads cresceu 25%, pressionados pelos fatores já mencionados e também por mudanças no algoritmo de busca.</p>
<p>Apesar da elevação dos custos, o CTR (taxa de cliques por 1000 impressões) também cresceu ao longo de 2017, assim como a taxa de conversão. “O maior investimento aliado a estratégias de segmentação mais assertivas e o desenvolvimento de formatos mais amigáveis de inserção aumentaram a eficiência das campanhas.  A jornada do consumidor está cada vez mais integrada, tendo o digital como grande direcionador. As marcas devem estar preparadas para corretamente se inserir neste contexto e com o orçamento necessário”, afirmou Paola Máximo, diretora de operações da iProspect. O estudo mostrou também que o CTR do buscador Bing foi 57% maior do que o do Google.</p>
<p>O levantamento também detectou uma queda no volume de cliques de 18% em 2017. “Entendemos que o crescimento dos cliques em dispositivos móveis não cresceu em um ritmo suficiente para compensar a queda dos cliques em desktops, mostrando, mais uma vez, a mudança no comportamento consumidor. Notamos também que boa parte destes cliques estão migrando para plataformas da Amazon, o que deve continuar a acontecer”, completou Máximo.</p>
<p>O relatório completo pode <a href="https://pages.iprospect.com/hubfs/iProspect_PaidSearchQ42017_Final.pdf?t=1516899431957&amp;utm_campaign=Q3%202017%20Paid%20Search%20Report&amp;utm_source=hs_email&amp;utm_medium=email&amp;utm_content=60227467&amp;_hsenc=p2ANqtz--ASP9BUrwPI3UNdYWdpvOC3iq0aKTWwtEvbw7HZlUb0N9iVvfGXIFRYkpDVcXNKNIfhhlt2XxZQX-OI0zSlCi-7ksIYA&amp;_hsmi=60227467" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ser acessado aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/cresce-custo-de-links-patrocinados-aponta-pesquisa/">E-commerce Brasil</a></p>
<p>O post <a href="https://plusagencia.com.br/cresce-custo-de-links-patrocinados-aponta-pesquisa/">Cresce custo de links patrocinados, aponta pesquisa</a> apareceu primeiro em <a href="https://plusagencia.com.br">Agência Plus Comunicações</a>.</p>
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		<title>7 tendências do marketing online que vão dominar 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adminplus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2018 17:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que os seus clientes querem, como eles pensam e como interagem uns com os outros, tudo isso está em constante mudança. Em cada ano da era digital, nós vemos a ascensão e a queda de plataformas de mídias sociais, revelando tendências, memes e mudanças abrangentes nas preferências dos clientes que forçam o mundo do marketing [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que os seus clientes querem, como eles pensam e como interagem uns com os outros, tudo isso está em constante mudança. Em cada ano da era digital, nós vemos a ascensão e a queda de plataformas de mídias sociais, revelando tendências, memes e mudanças abrangentes nas preferências dos clientes que forçam o mundo do <strong>marketing online</strong> a evoluir.</p>
<h3>1 – Big, big data</h3>
<p>O big data tem sido uma tendência por muitos anos, mas tem sido principalmente utilizado por grandes empresas e principais players. Com a prevalência do big data agora – afinal, há mais de 6 milhões de desenvolvedores trabalhando em grandes projetos de dados – e com o crescimento da acessibilidade graças ao <a href="https://digitalks.com.br/noticias/inteligencia-artificial-no-marketing-digital-chatbots-e-machine-learning/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>machine learning</em></a> e a AI, o big data se tornará mais viável também para os donos dos pequenos e médios negócios. Com mais plataformas de publicidade e métodos de divulgação de marketing incorporando dados importantes em sua infraestrutura usual,  vai ser difícil se manter competitivo se você não estiver tocando nos milhares de pontos de dados do cliente que agora estarão disponíveis.</p>
<h3>2 – Experiências não-visuais</h3>
<p>Ninguém esperava que a indústria dos assistentes virtuais inteligentes<em> </em>explodisse do jeito que aconteceu em 2017. Até 2022, espera-se que os assistentes virtuais inteligentes sejam uma parte básica de mais de 55% das famílias americanas. Já foram vendidos mais de 20 milhões de unidades em 2017. As pessoas estão começando a interagir com esses dispositivos como se eles já fizessem parte da rotina, da vida diária, usando comandos de voz e ouvindo os resultados. Os consumidores estão ficando acostumados a interfaces que não necessitam de uma superfície visual ou contado físico, e isso terá um enorme <strong>impacto na maneira como os marqueteiros vão se comunicar com esses clientes</strong>.</p>
<h3>3 – Capitalização dos aplicativos</h3>
<p>Existe um aplicativo para tudo agora. E sim, há uma diversidade de aplicativos que ficaram disponíveis na última década, mas, atualmente, os consumidores dependem de determinados apps – como mapas, transporte, e aplicativos de análise – como parte da sua vida diária.  Esses apps se tornaram tão enraizados quanto o Google como o motor de busca primário e, portanto, representam bases sólidas nas quais uma marca pode crescer. Eu acho que em 2018, nós vamos ver mais capitalização de aplicativos – mais <strong>marcas comprando anúncios</strong> e fazendo negócios para<strong> ganhar exposição em outros aplicativos altamente populares</strong>.</p>
<h3>4 – Anúncios nativos e conteúdo inteligente</h3>
<p>Espera-se que a publicidade nativa conduza mais de 74% de toda a receita de anúncios até 2021. Com um formato mais natural, os anúncios nativos tendem a ganhar mais exposição e mais engajamento que os tradicionais banners – e são menos irritantes para os consumidores. O único problema é que a publicidade nativa exige um método fundamentalmente diferente para ser reproduzida – um que pode capitalizar as<strong> preferências únicas das pessoas</strong> que veem os anúncios. Em 2018, nós vamos ver definitivamente <strong>aumento de gastos com os anúncios nativos</strong>, e nós também veremos o crescimento do “<strong>conteúdo inteligente</strong>” para esses anúncios, capazes de se adaptar às audiências usando cookies e uma compreensão aprofundada do público-alvo.</p>
<h3>5 – Micro momentos</h3>
<p>O Google define micro momentos como qualquer momento que leva o consumidor a usar o seu dispositivo móvel, seja para aprender alguma coisa, ir para algum lugar, fazer ou comprar algo. Em 2018, as marcas que passarem a maior parte do tempo tentando aprender, entender e capitalizar esses micro momentos vão ter mais altas possibilidades de sucesso. Isso reque um profundo estudo demográfico e uma intensa <strong>estratégia mobile</strong>, mas com as novas ferramentas, eu acredito que veremos desenvolvimento nesse ponto e será mais fácil para se aproximar das marcas modernas.</p>
<h3>6 – Conteúdo e redes de influenciadores</h3>
<p>O Marketing de Conteúdo tem sido uma excelente estratégia por um longo tempo, mas nós estamos indo de encontro a um problema: a supersaturação. Toda marca com um website tem algum tipo de estratégia de conteúdo e as redes sociais estão cheias de “incêndios” com os produtores de conteúdo lutando por visibilidade. Esse é o motivo pelo qual em 2018, eu acredito que vamos ver uma mudança importante nos investimentos; ao invés de tentar continuar lutando por um novo espaço, os marqueteiros aproveitarão o espaço que já está sendo utilizado. Em outras palavras, eu acredito que vamos ver mais marcas que tentarão aumentar sua visibilidade e influência recorrendo aos influenciadores que já construíram uma audiência e uma reputação. Essas redes de influenciadores serão menos caras de gerenciar, podem reduzir o grande volume de conteúdo que está sendo produzido e oferecer às marcas uma vantagem na <strong>visibilidade online</strong>.</p>
<h3>7 – Comunicação individual</h3>
<p>A internet é um lugar ocupado, então é fácil ficar perdido nela. É por isso que mais consumidores estão preferindo <strong>experiências individuais e personalizadas</strong>, incluindo comunicações individuais com marcas. Obviamente, uma abordagem puramente pessoa por pessoa não é sustentável, mas é por isso que mais marcas estão se voltando para chatbots como uma alternativa econômica. Os chatbots começaram a crescer mais inteligentes e mais customizados, e estão ficando mais populares entre as marcas e consumidores. Até o final de 2018,  os chatbots se tornarão uma norma – e uma necessidade prática se você quiser dar a seus clientes uma experiência personalizada em larga escala.</p>
<p>Estas não são as únicas tendências que veremos em 2018, mas são algumas das maiores e mais estabelecidas atualmente. Este é o momento perfeito para auditar suas estratégias de 2017 e começar a preparar um orçamento para 2018 – com todas as novas voltas e reviravoltas que o ano terá para oferecer.</p>
<p><strong><em>*Artigo escrito originalmente em inglês por Jayson DeMers, Fundador e CEO da AudienceBloom para a <a href="https://www.forbes.com/sites/jaysondemers/2017/12/28/7-online-marketing-trends-that-will-dominate-2018/2/#3eec2ce82430" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Forbes</a>. </em></strong></p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://digitalks.com.br/noticias/7-tendencias-do-marketing-online-que-vao-dominar-2018/">Digitalks</a></strong></p>
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